Agronegócio
Cultive a exótica e deslumbrante orquídea bailarina com ESTAS dicas
Conheça as características e a forma correta de plantio da orquídea bailarina, uma espécie exótica e deslumbrante que vai alegrar o seu jardim.
A orquídea bailarina, cientificamente conhecida como “Oncidium“, é uma das espécies de orquídeas mais encantadoras e populares entre os entusiastas da jardinagem. Seu nome deriva das flores que se assemelham a bailarinas em movimento gracioso.
Com cuidados adequados e atenção especial, é possível cultivar e desfrutar da beleza dessa orquídea em sua casa ou seu jardim.
Fonte: Madhura Eco/Shutterstock
Defina o local ideal para o cultivo
Antes de plantar sua orquídea bailarina, é fundamental escolher o local adequado. Essas orquídeas são conhecidas por sua preferência por luz indireta brilhante.
Um local que recebe luz filtrada, como próximo a uma janela com cortinas leves, é ideal. Evite a luz solar direta, que pode queimar as folhas sensíveis da orquídea.
Qual o substrato ideal?
As orquídeas bailarinas prosperam em substratos bem drenados. Um substrato de orquídea pronto ou uma mistura de casca de pinheiro, musgo de sphagnum e perlita é uma escolha comum. Certifique-se de que o vaso tenha furos de drenagem para evitar o acúmulo de água, o que pode causar raízes apodrecidas.
Busque pelo vaso adequado
Os vasos de barro ou plástico são opções populares para o cultivo de orquídeas bailarinas. Eles fornecem boa drenagem e permitem que as raízes respirem.
Certifique-se de que o vaso seja do tamanho adequado para a planta, permitindo espaço para o crescimento das raízes.
Passo a passo para plantar a orquídea bailarina
- Prepare o vaso: encha o vaso com o substrato, deixando espaço suficiente para acomodar a orquídea.
- Remova a orquídea do vaso anterior: delicadamente, retire a orquídea de seu vaso anterior. Tenha cuidado para não danificar as raízes.
- Limpe as raízes: verifique o estado das raízes da orquídea. Se houver raízes apodrecidas ou mortas, corte-as com uma tesoura limpa.
- Posicione a orquídea no novo vaso: coloque a orquídea no novo vaso, garantindo que as raízes estejam bem distribuídas.
- Adicione substrato: complete o vaso com o substrato ao redor das raízes. Certifique-se de que a coroa da orquídea (onde as folhas crescem) esteja ligeiramente elevada acima do nível do substrato.
- Regue cuidadosamente: após o plantio, regue a orquídea cuidadosamente. Evite encharcar o substrato, pois as raízes das orquídeas preferem secar um pouco entre as regas.
Cuidados contínuos
- Irrigação: regue sua orquídea quando o substrato estiver seco ao toque. Evite deixá-la em água estagnada, pois o acúmulo de umidade nas raízes pode causar apodrecimento.
- Umidade: as orquídeas preferem um ambiente um pouco úmido. Use um umidificador de ar ou coloque o vaso sobre uma bandeja com pedrinhas e água para aumentar a umidade ao redor da planta.
- Fertilização: fertilize a orquídea com um fertilizante equilibrado diluído a cada 2-4 semanas durante a estação de crescimento. Durante o período de dormência, reduza a fertilização.
- Poda: remova flores e folhas murchas à medida que aparecem. Isso estimula o crescimento saudável da planta.
- Suporte: devido à sua natureza crescendo para cima, as hastes das orquídeas bailarinas podem precisar de suporte. Use tutores delicados para manter as hastes eretas.

-
Mundo2 dias atrás
A curiosa razão pela qual cidades europeias estão dando galinhas a moradores
-
Tecnologia2 dias atrás
Pouca gente sabe que usar Starlink em prédios pode dar problema! Veja por quê
-
Finanças2 dias atrás
Caixa Tem lança cartão sem anuidade e com limite inicial de R$ 800
-
Cotidiano1 dia atrás
Feriados de abril: veja quais caem em dias úteis e podem virar descanso prolongado
-
Investimentos2 dias atrás
Tudo o que você deve avaliar em uma franquia antes de investir
-
Cotidiano2 dias atrás
7 mil vagas para tirar CNH grátis: período de inscrição já começou
-
Bancos2 dias atrás
Nubank altera regras do Ultravioleta e pode impactar clientes do cartão premium
-
Automobilística2 dias atrás
Renault Sandero sai de linha no Brasil após 17 anos: veja os motivos