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Deixando seu gato sozinho? saiba por quantas horas é seguro

Apesar de serem mais independentes do que os cães, os bichanos também sentem a falta dos donos. Saiba qual é o limite saudável dessa solidão.

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Os gatos possuem a fama de seres indiferentes, que não possuem real afeto pelos seres humanos que vivem com eles.

Essa crença foi alimentada em grande parte devido ao comportamento mais reservado destes animais, que, ao contrário dos cães, não demonstram tanto apego explícito.

Entretanto, segundo especialistas, os felinos se apegam aos seus tutores e inclusive sentem a sua falta quando eles não estão. Portanto, gatos que costumam ser deixados por muito tempo sozinhos podem desenvolver até mesmo depressão.

Agora, o que fazer para evitar que isso aconteça? Como fazer para que o pet não se sinta triste e até mesmo acabe descontando isso nos móveis da casa?

Aqui, vamos desvendar alguns segredos sobre o comportamento desses animais tão discretos, higiênicos e, sim, apegados aos donos, embora muita gente pense o contrário.

Qual é o limite de tempo que um gato pode permanecer só?

O fator saudade pode ser o mais difícil de ser contornado quando precisamos deixar um animal de estimação só por um tempo maior do que gostaríamos. Porém, se tratando de gatos, essa janela temporal pode ser bastante variável.

No caso de filhotes, os veterinários recomendam que eles não fiquem sós por mais de 6 horas seguidas. Afinal, sendo um pet ainda pequeno, é necessário certificar-se de que ele já foi alimentado e está confortável, uma vez que em tenra idade é comum que os felinos sintam mais carência afetiva.

No entanto, quando se trata de bichos adultos, isso muda um pouco. O especialista em comportamento felino da Pets Food Safety, Michael Thompson, afirmou em uma entrevista que nesta faixa etária é possível deixar o bichinho sozinho por 48 horas, no máximo.

Acima disso, é altamente perigoso. É de suma importância manter um fácil acesso à alimentação, água e caixa de areia para que o bichano possa ter todas as suas necessidades básicas plenamente atendidas.

Agora, caso o animal seja recém-adotado e ainda esteja se adaptando ao novo lar, alguns cuidados a mais são necessários, uma vez que ele, provavelmente, ainda não se sente totalmente à vontade neste lugar.

Felinos nestas condições exigem maior atenção até que estejam completamente integrados ao novo ambiente em que vivem. Portanto, não é recomendável que eles sejam deixados sem companhia.

Por fim, os mesmos cuidados são válidos para gatinhos mais ariscos, pois é preciso se certificar de que eles estão se alimentando na ausência do dono.

Bruna Machado, responsável pelas publicações produzidas pela empresa Trezeme Digital. Na Trezeme Digital, entendemos a importância de uma comunicação eficaz. Sabemos que cada palavra importa e, por isso, nos esforçamos para oferecer conteúdo que seja relevante, envolvente e personalizado para atender às suas necessidades. Contato: bruna.trezeme@gmail.com

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