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Economia

Dólar recupera perdas de julho misturando insegurança com Selic e exterior

Junto com exterior, real cai frente à moeda dos Estados Unidos, misturando também o resultado da Selic da véspera

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Entre a percepção de que o Banco Central forçou a mão em cortar 0,50 ponto percentual das taxas de juros ao invés de 0,25 pp, cedendo às pressões do governo e dos empresários, e a sinalização de que vai se manter atento quanto ao contracionismo, se precisar, o dólar avança novamente.

Já recuperou, e bem, as perdas de julho, estando agora, nesta quinta (3), por volta das 11h30, em mais 1,79%, a R$ 4,89.

A B3 sobe, se recuperando da véspera, quando fechou em queda antes do Copom divulgar que a Selic iria para 13,25%, após três anos sem queda e um ano em 13,75%. Vai a 121,2 mil pontos, em mais0,36%, apesar dos resultados da Vale (VALE3) decepcionantes, já que juros menores favorece a renda variável contra a renda fixa.

O dólar também sente a aversão a risco global, com Estados Unidos, Europa e China no centro das preocupações.

A divisa cotada internacionalmente (DXY) está estável, porém, enquanto os Wall St. cai.

Na véspera, por exemplo, a Fitch cortou a nota de crédito dos Estados Unidos de AAA para AA+, temendo pela situação fiscal do país no futuro, com gastos superiores, embora o consenso dos economistas ao redor do mundo mostre que há exagero em tentar prever risco para os compromissos do governo.

 

Com mais de 40 anos de jornalismo, sempre em economia e mercados, já passou pelas principais redações do País, além de colaborações para mídias internacionais. Contato por e-mail: infomercadosbr@gmail.com

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