Agronegócio
Embargo às exportações de carne bovina para a China é suspenso
Decisão foi anunciada pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, após encontro com seu colega chinês, Yu Jianhua
Como resultado de reunião, em Pequim (China), entre o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e seu colega chinês da Administração Geral da Aduana, Yu Jianhua, o embargo chinês às exportações brasileiras de carne bovina, em vigor desde fevereiro último, foi suspenso, nesta quinta-feira (23).
O embargo havia sido adotado pelo governo chinês, após a ocorrência de um caso de vaca louca (nome científico de ‘encefalopatia espongiforme’), em uma pequena propriedade de Marabá, no Pará, o que motivou a suspensão dos embarques nacionais de carne bovina, com destino ao gigante asiático, desde o início deste mês. O animal doente foi sacrificado e incinerado, em seguida.
Por meio de comunicado, a pasta revelou que ‘desde a descoberta (do caso suspeito da doença) vem trabalhando com transparência, além de ‘tomar todas as providências necessárias’, conforme estabelece ‘protocolo de importação internacional’.
Ao sair do encontro com o colega chinês, Fávaro deu a seguinte declaração: “Tenho certeza de que isso é um passo para que o Brasil avance cada vez mais com o credenciamento de plantas e oportunidades para a pecuária brasileira”. Posteriormente, exames constataram que não há risco de contágio do rebanho, embora a suspensão do embargo só tenha validade para abates feitos a partir de amanhã (24).
A decisão de Pequim, além de representar uma vitória diplomática brasileira, decorre do laudo apresentado por laboratórios internacionais, o qual já havia constatado que o caso paraense da vaca louca era atípico e resultante do ‘envelhecimento natural do animal’. Em outras palavras, a ocorrência não implicaria risco de contaminação do rebanho.
Ainda assim, como medida preventiva, o governo brasileiro havia decidido suspender, unilateralmente, as exportações de carne brasileira, mesmo que o caso do Pará representasse um ‘caso isolado’, numa medida classificada como ‘autoembargo’, jÁ previsto no acordo bilateral entre os países.
O anúncio do Ministério da Agricultura ocorre três dias antes de o presidente Lula chegar à China para se encontrar com seu colega Xi Jinping, num encontro que discutirá, entre outros temas, avanços na pauta comercial entre os países.

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