Economia
Estoques ianques em alta ‘derrubam’ cotações futuras do petróleo
De volta ao nível de US$ 80 o barril, o Brent recua 0,19% (US$ 83,93) e o WTI cai 0,16% (US$ 80,68)
A forte correção de preços, promovida pelo mercado nesta semana – por conta do aumento expressivo dos estoques da gasolina nos Estados Unidos – mantém em viés de baixa as cotações futuras de petróleo, a ponto de configurar a maior perda semanal, desde março deste ano, tendência reforçada pelas incertezas do mercado em relação à demanda mundial pela commodity.
Espelhando essa realidade adversa, no início da sessão desta sexta-feira (6), o contrato futuro do tipo Brent – referência global – para dezembro próximo, apresentava recuo de 0,19% a US$ 83,93 o barril, enquanto o contrato do tipo WTI (referência ianque), também para dezembro, baixava 0,16% a US$ 80,68 o barril.
A explicação corrente é no sentido de que os estoques elevados de gasolina nos EUA abriram espaço para a liquidação, tanto do Brent, quanto do WTI.
Ao considerar ter sido ‘demasiado rápida e injustificada a recente correção de preços do petróleo’, com base em estimativas semanais de demanda, o banco britânico Barclays acentua que outros dados econômicos dos EUA mostram que a economia do país está forte.
Também influiu na ‘queda livre’ do petróleo, que voltou ao patamar de US$ 80 o barril, a realização de lucros, na avaliação do banco suíço Julius Baer, para quem o clima do mercado vem se mostrando ‘excessivamente otimista’. Diante dessa constatação, a instituição helvética divulgou comunicado ao mercado, em que reforça sua visão ‘cautelosa’ no que toca à commodity, mediante uma perspectiva de retração de preços em 2024.
“As reservas de petróleo são suficientes e a tendência de aperto muito discutida até agora é menos pronunciada do que o esperado. Olhando para o futuro, a estagnação do consumo e o crescimento da produção tornam o cenário de aperto ainda menos provável”, aponta o Julius Baer.
Ao mesmo tempo, o chefe de economia e pesquisa de próxima geração do Julius Baer, Norbert Rücker, prevê que o nível de consumo global deverá apresentar estagnação, em que pese os desafios econômicos da China, sem contar tendências econômicas que favorecem a expansão de setores associados à mobilidade elétrica.

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