Commodities
Fundos controlam posições em soja e milho na fase ‘pré’ dos EUA e do Brasil; agora, em leve alta
Nesta 6ª feira, fatores positivos para os preços voltaram às compras técnicas dos vencimentos futuros dos dois grãos
As oscilações das cotações da soja e do milho à base de correções técnicas estão em linha neste último dia da semana (1), na bolsa de futuros de Chicago, abrindo o mês no qual os Estados Unidos iniciam a colheita e o Brasil parte para o plantio.
Por vezes, esses movimentos contrariam indicadores, em outras sessões se alinham a eles, claramente com os fundos controlando suas posições nas faixas atuais.
Na quinta, prevaleceu o primeiro. Hoje, volta a aparecer as variáveis de alta nos preços, pelo menos até aqui, ao redor das 7h55 (Brasília).
Vendas novas de soja americana à China, relatadas ontem, mais um grande impulso de contratos fixados da safra nova (72,5 milhões de bushels) na semana passada, estão amparadas também pela confirmação de tempo seco e tempo garantido até segunda-feira.
Para novembro, a cotação está em mais 0,75%, em torno de US$ 13,80, já o vencimento de janeiro sobe 0,90%, a US$ 13,94.
Em relação ao milho, apesar da baixa demanda, também reportada pelo USDA, prevalece agora apenas o clima na operações para entrega em dezembro, cotada a US$ 4,80, com ganho de 0,60%.

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