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Gestora de shoppings, Aliansce Sonae investe no digital para fortalecer segmento
Os shoppings se esforçam para manter a relevância junto aos lojistas
A Aliansce Sonae (ALSO3) tem apostado no digital para manter a atratividade dos shoppings. Isso porque a pandemia continua e o movimento dos malls segue ainda baixo, quando não estão fechados pelo lockdown.
Também porque as unidades que já foram reabertas receberam menor fluxo de consumidores, bem abaixo do mínimo considerável, visto que a população ainda evita locais que possivelmente possam reunir muito público.
Por conta disso, de acordo com o Estadão, os shoppings se esforçam para manter a relevância junto aos lojistas e aos consumidores, mesmo com o isolamento social.
O trabalho passa pela diversificação dos canais de atendimento e pela integração dos estoques físicos ao ambiente online.
Esse processo começou antes da chegada da Covid-19 e ganhou força nos últimos meses, mas ainda tem um longo caminho até se consolidar. Até lá, os proprietários e administradores de shoppings ainda vão quebrar a cabeça até encontrar o formato ideal.
Aliansce Sonae
Para a Aliansce Sonae, porém, já está claro que o shopping continuará sendo um ambiente de ligação entre o cliente e os lojistas, ainda que online.
“A nossa função será a conexão entre as marcas e os clientes de forma agnóstica, em várias plataformas”, projeta o presidente da Aliansce Sonae, Rafael Sales, em entrevista. O conglomerado nasceu da fusão entre a Aliansce e a Sonae Sierra, em 2019, e possui participação em 27 shoppings. Até o fim da semana passada, nove estavam abertos, porém com restrições.
Para 2021, o grupo planeja investir R$ 380 milhões no negócio como um todo, dos quais “uma parte relevante”, diz Sales, vai para as iniciativas digitais e de integração entre todos os canais – a chamada omnicanalidade. Este é, talvez, o termo mais repetido nas teleconferências com investidores nos últimos trimestres.
Na omnicanalidade, os canais de comunicação são arquitetados para funcionar de modo cooperativo, não isolados ou concorrendo entre si. É assim que os administradores querem resolver a dicotomia entre o comércio físico e eletrônico.
“Muitas vezes, vamos atender o mesmo cliente, mas em momentos diferentes da jornada. Quando ele quiser comprar no shopping, vai se deslocar até lá. E se quiser comprar online, também vamos atendê-lo”, explica o executivo.

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