Cotidiano
Greve na UnB: Professores param a partir de 15 de abril
Universidade de Brasília.
Os professores da Universidade de Brasília (UnB) deliberaram por iniciar uma greve a partir da próxima segunda-feira (15), após votação realizada em assembleia geral extraordinária da categoria ontem. O resultado contou com 257 votos a favor e 213 contrários, com a participação de aproximadamente 600 educadores. O Sindicato dos Servidores Técnico-Administrativos (Sintfub), em greve desde 11 de março, e o Diretório Central dos Estudantes (DCE/UnB) também estiveram presentes e demonstraram apoio à greve dos professores.
A pauta nacional unificada dos docentes das universidades federais inclui a demanda por um reajuste de 22,71%, distribuído em três parcelas iguais de 7,06% em 2024, 2025 e 2026. Enquanto isso, o governo federal propõe um reajuste zero para este ano, com dois reajustes de 4,5% em 2025 e 2026. Além disso, os professores reivindicam a equiparação dos benefícios e auxílios aos dos servidores do Legislativo e do Judiciário.
A Seção Sindical do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) assegurou que os serviços essenciais serão mantidos durante a greve. Também foi estabelecida a formação de um comando local de greve, composto pela diretoria da seção sindical, conselho de representantes e comissão de mobilização da campanha salarial.
Greve na UnB
A Reitoria da UnB divulgou uma nota expressando respeito ao movimento de paralisação dos professores, reconhecendo o direito constitucional à greve. A instituição destacou o acompanhamento das reivindicações dos docentes junto ao governo federal, ressaltando a valorização e importância dos professores para o desenvolvimento das atividades acadêmicas.
A mobilização dos professores para uma greve nacional unificada está em andamento em diversas instituições federais de ensino em todo o país, incluindo a UFRGS, UFPel e Instituto Federal do Sul de Minas Gerais. O Ministério da Educação (MEC), em nota, afirmou estar empenhado em buscar alternativas para a valorização dos servidores da educação, ressaltando o reajuste concedido aos servidores públicos em 2023 e o diálogo contínuo com as categorias. Equipes do MEC têm participado de mesas de negociação e reuniões para discutir condições de trabalho.
(Com Agência Brasil).

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