Economia
Haddad fala como pretende comandar o Ministério da Fazenda
Em entrevista dada ao Estúdio I, o futuro ministro do governo Lula falou um pouco sobre seus planos e os nomes que deseja ter ao seu lado.
Fernando Haddad foi escolhido por Lula para ser o futuro ministro da Fazenda. Recentemente, ele deu uma entrevista ao Estúdio I para falar um pouco sobre o que pretende fazer no cargo.
De acordo com Haddad, a nova gestão não pretende desamparar os beneficiários do Auxílio Brasil, mesmo com um pedido de corte de mais de 2 milhões de beneficiários.
Ele recentemente anunciou dois nomes importantes que estarão ao seu lado no ministério, Gabriel Galípolo e Bernard Appy. Segundo ele, até a próxima semana ele anunciará os outros nomes da equipe.
Haddad não confirmou se economistas com opiniões diferentes das suas estarão ao seu lado nessa gestão, mas disse que um conselho com esse tipo de pensamento oposto é bem-vindo para ajudá-lo nas decisões.
“Se me derem a honra, podemos compor um conselho do Ministério da Fazenda. Eu gostaria muito de manter a interlocução com ex-ministros, ex-presidentes do Banco Central. Eu gostaria muito e vou fazer uma espécie de conselho com quem eu vou me reunir periodicamente”, disse.
O futuro ministro disse que haverá uma reforma tributária, e que Appy será seu braço direito nesse projeto. De acordo com ele, os dois estão estudando melhores ideias para compor o projeto, para que, assim, ele seja aprovado.
Ele também defendeu o fim do teto de gastos e disse que é preciso confiar no desempenho do país a longo prazo para uma recuperação fiscal. Para isso, ele sugere a Lei Complementar.
Quando perguntado sobre a repercussão negativa sobre a escolha do seu nome para o ministério, ele disse que primeiro precisam ouvir o que ele tem a falar e seu plano de trabalho. Revelou também estar tranquilo, pois se ele estiver apavorado em assumir um ministério tão importante, a situação do país acabará piorando.
Sobre sua relação com o futuro presidente Lula, Haddad disse que se trata de uma amizade antiga, e que isso pode ser muito benéfico para o país, já que possui liberdade para conversar com ele “sem cerimônia”.
Além disso, o futuro ministro diz que o diálogo entre os dois sempre vencerá, que eles sempre acharão um jeito de tomar decisões em conjunto para a economia do país.
“Eu não me lembro de uma divergência entre mim e o presidente Lula que a gente não tenha dirimido dialogando. Quando eu era ministro da educação, muitas vezes eu fui chamado para opinar sobre a economia. O Lula sabe o que eu penso de economia”, disse ele.

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