Economia
IPC-S volta a subir e avança 0,16% na segunda quadrissemana de setembro
Indicador da FGV agora acumula alta de 4,05% no período de 12 meses
Depois de apresentar deflação de 0,02% na primeira quadrissemana deste mês, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou 0,16% na segunda quadrissemana, acumulando alta de 4,05% em 12 meses, acima da variação acumulada de 3,83%, da semana anterior, pelo mesmo critério.
Sinal de tendência altista, cinco das oito classes de despesa registraram variação positiva, com destaque, uma vez mais, para o grupo Transportes, que subiu de 0,95% para 1,55%, a reboque da gasolina, que passou de 2,75% para 4,40%.
Avanços também foram verificados nos grupos de Educação, Leitura e Recreação (-1,59% para -0,70%); Alimentação (-0,68% para -0,60%), influenciada por hortaliças e legumes (-4,91% para -3,86%); Vestuário (-0,36% para -0,33%), decorrente da elevação de roupas infantis (-0,26% para 0,49%) e Comunicação (0,06% para 0,07%), devido ao crescimento de combo de telefonia, internet e TV por assinatura (-0,12% para 0,07%).
Ao mesmo tempo, houve recuo em Saúde e Cuidados Pessoais (0,03% para -0,10%), sob o impacto da deflação de artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,79% para -1,30%); Habitação (0,46% para 0,42%), com o recuo da tarifa de eletricidade residencial (2,07% para 1,64%) e Despesas Diversas (-0,18% para -0,28%), puxadas pela retração de serviço religioso e funerário (0,26% para -0,16%).
Além da gasolina, as maiores influências altistas do IPC-S da 2ª quadrissemana, ficaram por conta da tarifa de eletricidade residencial (2,07% para 1,64%); aluguel residencial (0,52% para 0,86%); óleo diesel (11,36% para 15,47%) e automóvel novo (0,74% para 0,97%).
No sentido inverso, os maiores impactos vieram, além da passagem aérea (-11,30% para -5,40%), do mamão papaia (-19,23% para -21,28%); batata inglesa (-13,70% para -14,14%); perfume (-0,79% para -2,66%) e leite tipo longa vida (-3,64% para -2,67%).
Indicador recua – Na primeira quadrissemana deste mês, o IPC-S exibiu deflação de 0,02%, o que corresponderia a uma alta acumulada de 3,86% nos últimos 12 meses, com avanço de quatro das oito classes de despesas que compõem o índice.
Nesse período, a maior contribuição veio do grupo Educação, Leitura e Recreação, cuja deflação perdeu ritmo, ao recuar de -2,76%, na quarta quadrissemana de agosto de 2023 para -1,59% na primeira quadrissemana de setembro de 2023, com influência determinante da perda de ritmo da deflação das passagens aéreas, de -16,33% para -11,30%.

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