Ações, Units e ETF's
Juros futuros com viés indefinido ‘testam’ alcance de crise de liquidez global
Taxa do contrato DI para janeiro de 2024 cresceu de 12,965%, no ajuste de ontem, para 12,97%
Ainda operando com viés indefinido, os juros futuros refletem o nervosismo que tomou conta do mercado financeiro mundial, após a sequência de crises de liquidez, que começaram no Ocidente e agora ameaçam contaminar mercados no Oriente.
Às 10 horas, a taxa do contrato do Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 variava de 12,965%, no ajuste de ontem, para 12,97% na sessão desta quinta-feira (16); a do DI para janeiro de 2025 subia ligeiramente, de 12,07% para 12,085%; a do DI para janeiro de 2026 aumentava de 12,24% para 12,25%, enquanto que a do DI para janeiro de 2027 permanecia estável, de 12,525% para 12,52%.
O pequeno avanço das taxas reflete a posição cautelosa do investidor, ante às quebras de bancos nos EUA, seguidas de problemas de insolvência do Credit Suisse, que obrigou a revisão de projeções sobre política monetária dos bancos centrais, até então, de continuidade de elevações das respectivas taxas de juros (tendo em vista ‘domar’ a inflação), o que acaba, pelo menos em tese, sendo positiva para as economias emergentes. No paralelo, o rendimento dos títulos públicos globais exibia sinais de recuperação, em relação ao tombo da véspera.
A reviravolta de liquidez surpreendentemente escassa aumenta a expectativa em relação à posição que será adotada pelo Banco Central Europeu (BCE), no sentido de confirmar ou recuar na intenção de avançar em 0,50 ponto percentual a taxa de juros na zona do euro, medida que passou a ser contestada pelo mercado, nos últimos dias.
Para o economista Nick Bennenbroek, do Wells Fargo, ao comentar a crise, afirma que “de uma perspectiva política, se as dificuldades do setor bancário europeu piorassem e tivessem efeitos econômicos significativos, isso poderia reduzir a extensão do aperto monetário do Banco Central Europeu. No entanto, nesta fase, veríamos uma flexibilização monetária agressiva e emergencial do Banco Central Europeu para estabilizar o setor bancário como um cenário de baixa probabilidade”,
No front interno, a instabilidade externa ganha força a tese de que chegou o momento de definir um prazo para o início da flexibilização monetária no Brasil, mediante o corte da taxa básica de juros (Selic) – a maior alta do planeta, de 13,75% ao ano – embora a iniciativa esteja condicionada ao anúncio do decantado arcabouço fiscal pelo governo federal.

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