Ações, Units e ETF's
Juros futuros dão ‘guinada’ no meio da tarde e fecham em baixa
Antecipação da meta de inflação em 3% para 2025 pelo CMN contribuiu para o recuo das taxas futuras
Inicialmente em alta, os juros futuros sofreram uma ‘guinada’, no meio da tarde desta quinta-feira (29), quando passaram a recuar, por conta, entre outros fatores, do anúncio, pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) – feito às 17 horas, com o mercado ainda aberto – de que a meta de inflação para os próximos anos seria mantida em 3%, em especial, para 2025, quando inicia o novo mandato do presidente do Banco Central (BC).
“A mudança no ano-calendário é fundamental para o futuro do País. O Brasil estará em sintonia com demais países do mundo”, justificou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Também exerceram influência na reversão da polaridade das taxas futuras, sobretudo às de pontas curtas e intermediárias – até então, estáveis – ou nas longas – que subiam – a alta do dólar e dos rendimentos (yelds) dos títulos do Tesouro dos EUA (treasuries).
Frente a esses fatores, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 baixou de 12,957%, no ajuste anterior, para 12,920%; a do DI para janeiro de 2025 recuou de 10,97% para 10,85%, na mínima, ao passo que a do DI para janeiro de 2027 ‘encolheu’ de 10,36% para 10,31%. Já a do DI para janeiro de 2029 rcaiu menos, de 10,68% para 10,65%.
Numa sessão considerada ‘pesada’ por analistas, o mercado procurou se antecipar ao resultado da reunião do CMN, o que trouxe alívio aos prêmios de risco, até porque os protagonistas da reunião do conselho, os ministros Fernando Haddad e Simone Tebet (respectivamente, da Fazenda e do Planejamento), além do presidente do BC, Roberto Campos Neto, já haviam adiantado a informação de que a meta de inflação para 2024 continuaria mantida em 3%, sob o argumento de que “os índices de preços já vêm mostrando queda acentuada”.
Em discurso pautado pela defesa contundente em torno da urgência de um ‘alivio monetário’ (leia-se, a redução da taxa básica de juros, a Selic, hoje em 13,75% ao ano), Haddad enfatizou que é ‘grande a expectativa’ do governo de que, a partir de agosto próximo, o BC promova ‘cortes consistentes’ da Selic.
No que toca ao ambiente externo, as taxas também refletiram a disparada dos já citados yields dos Treasuries, seguido de forte movimento, já à tarde, favorável à venda da inflação implícita, com pressão baixista na taxa de juro nominal.

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