Ações, Units e ETF's
Juros futuros operam em alta, à espera de definição do arcabouço fiscal
Relator previu votação da matéria pela Câmara amanhã (17); avanço dos serviços também influi nas taxas
Como na véspera, os juros futuros exibem tendência de alta, nesta terça-feira (16), a reboque dos desdobramentos políticos que envolvem a tramitação do projeto de arcabouço fiscal no Congresso Nacional, assim como sofre influência da alta de 0,9% no volume de serviços no país, na passagem de fevereiro para março deste ano, como divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No início da manhã, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI), com vencimento em janeiro de 2024 crescia para 13,320%, ante 13,303%, no ajuste anterior; o DI para janeiro de 2025 subia de 11,66% para 11,70%, e o para janeiro de 2027 ampliava a taxa anterior, de 11,15% para 11,19%. Já o vencimento mais longo, para janeiro de 2029, passava de 11,44% a 11,48%. Ao mesmo tempo, a cotação do dólar à vista exibia elevação de 0,25%, a R$ 4,9006.
Ainda com relação ao arcabouço fiscal, o relator da matéria na Câmara dos Deputados, deputado Claudio Cajado (PP-BA) ratificou a intenção de colocar o respectivo projeto em votação, em regime de urgência, amanhã (17), ficando a votação do mérito para a próxima quarta-feira (24).
O aumento de março deste ano foi o segundo consecutivo, pois em fevereiro o setor já havia crescido 0,7%, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do IBGE. Ante igual mês de 2022, o setor apresentou alta de 6,3%, enquanto no acumulado do ano o avanço foi de 5,8% e de 7,4%, nos últimos 12 meses.
Para o mercado, a performance positiva dos serviços sinaliza a resiliência da atividade econômica, assim como do mercado de trabalho, a despeito da inflação e dos juros elevados, mas reforça a percepção do investidor de que o corte dos juros (Selic) pelo Banco Central (BC) poderá demorar mais do que o previsto. Isso se reflete na tendência de alta das taxas de juros de curta duração, como tem sido observado, de forma acentuada, nos últimos dias, sem contar fatores externos, como a definição do teto da dívida da Casa Branca, que têm pesado menos nos percentuais.

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