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Light (LIGT3) nega estar na iminência de recuperação judicial
Concessionaria carioca de distribuição de energia.
A Light (LIGT3) negou estar na iminência de recuperação judicial, conforme nota. O documento foi uma resposta a reportagem da imprensa carioca tratando do assunto.
Em razão das especulações, a companhia se tornou alvo de preocupações no mercado devido à sua situação financeira, pois estaria enfrentando problemas para rolar as dívidas.
A empresa é uma concessionária de distribuição de energia do Estado do Rio de Janeiro, e reafirmou que contratou a consultoria financeira Laplace, que foi responsável pela recuperação judicial da Oi (OIBR3; OIBR4), para assessorá-la “na avaliação de estratégias financeiras que viabilizem a melhoria de sua estrutura de capital e de alternativas para tanto”.
Também disse que a contratação da assessoria financeira, porém, reforçou a percepção de que a empresa poderia estar enfrentando problemas para rolar as dívidas, tendo em vista a proximidade do fim do prazo de concessão da distribuidora do grupo, que se encerra em 2026.
E acrescentou que o cenário levou as agências de avaliação de risco Fitch e Moody’s a baixar as notas de crédito da Light S.A. e suas subsidiárias Light SESA (distribuidora) e Light Energia (geradora). A S&P também rebaixou o rating da Light SESA alegando “maior risco de financiamento”.
Por volta das 15h30 desta terça-feira a ação LIGT3 recuava 9,03%, cotada a R$ 2,82, devido ao assunto que acabou prejudicando o desempenho do ativo na bolsa.
Aneel
O jornal O Globo informou, nesta tarde., que a Light afirmou à Agência Nacional de Energia Elétrica que a sua concessão “tem apresentado geração de caixa insuficiente para garantir sua sustentabilidade”. O principal motivo, de acordo com a Light, são as chamadas perdas “não técnicas”, ou seja, furtos (gatos) e a inadimplência.
“A concessão de titularidade da Light tem apresentado geração de caixa insuficiente para garantir sua sustentabilidade, sendo a diferença entre as perdas de energia reais e as perdas regulatórias definidas pela Aneel um dos principais fatores causadores desse desequilíbrio”, afirma o documento, enviado à agência nesta semana.

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