Tecnologia
Máquinas automáticas surpreendem clientes ao pedir gorjetas de 20% do valor da compra
Gorjeta para robôs? Relatos contam que máquinas de autoatendimento estão pedindo gorjeta dos clientes. Entenda o caso!
Segundo o Jornal de Wall Street (The Wall Street Journal), algumas máquinas de autoatendimento estão cobrando gorjetas consideradas altas das pessoas que as utilizam.
Essa é uma situação que vem surpreendendo alguns clientes nos Estados Unidos, onde há máquinas de pagamento em cafés, estádios desportivos e até aeroportos que sugerem uma taxa de serviço opcional no final da transação.
Mas o que justifica essa cobrança? Afinal, não há um atendimento humano envolvido na operação. É exatamente essa a questão que as pessoas estão levantando. Para quem vai à gorjeta?
Máquinas de autoatendimento estão cobrando altas gorjetas de clientes
No Brasil, a gorjeta não é obrigatória, mas é uma prática comum em restaurantes e bares, onde se costuma cobrar 10% do valor da conta como taxa de serviço.
Esse valor deve ser distribuído aos empregados, mas o empregador pode reter de 20% a 33% para pagar os encargos trabalhistas dos funcionários.
Além disso, a gorjeta também deve constar na carteira de trabalho e na Previdência Social dos empregados. No entanto, os clientes podem optar por não realizar o pagamento do valor. Todavia, essa regra não se aplica às máquinas automáticas, que não possuem vínculo empregatício com ninguém.
Nesse caso, a gorjeta pode ser apenas uma forma de incentivar o uso da tecnologia e aumentar o lucro do estabelecimento responsável por ela. Alguns clientes podem até aceitar pagar a taxa por conveniência ou por hábito, mas outros se sentem confusos ou enganados com a cobrança.
Essa pode ainda ser uma forma de aumentar a receita das empresas a um baixo custo, uma estratégia recém-adotada, de acordo com o professor de comportamento do consumidor da Nolan School of Hotel Administration da Cornell University, William Michael Lynn.
Altas gorjetas
O que está intrigando a população não é apenas o fato das máquinas de autoatendimento — ou seja, aquelas que não exigem ajuda de funcionários — estarem cobrando gorjetas, mas sim gorjetas altas. Os relatos são de taxas de 20% do valor da compra realizada.
As máquinas automáticas são uma tendência cada vez maior no mercado, pois oferecem praticidade, rapidez e segurança aos clientes e aos comerciantes. No entanto, elas também trazem desafios éticos e legais que precisam ser discutidos e regulados pela sociedade.
Uma boa maneira de resolver a questão seria sinalizar, na própria máquina, qual o destino das gorjetas solicitadas aos clientes. Caso seja para complementação da renda de funcionários ou haja uma divisão do valor com todos os funcionários da empresa envolvida, os clientes com certeza contribuirão com mais tranquilidade.

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