Mercado de Trabalho
Não fique tempo demais nem de menos: o conselho de especialista em RH sobre empregos
Pesquisa do Linkedin aponta que 80% dos jovens da Geração Z, com idades entre 18 e 24 anos, já estão em busca de novas oportunidades de trabalho.
Nos dias de hoje, a maneira como as pessoas veem a permanência em um emprego passou por uma grande transformação. Diferentemente da geração dos baby boomers, que valorizava a estabilidade de uma carreira para toda a vida, uma pesquisa do LinkedIn de 2023 aponta que 80% dos jovens da Geração Z, com idades entre 18 e 24 anos, já estão em busca de novas oportunidades de trabalho.
Esse cenário marca um contraste significativo com as percepções do passado, em que um currículo repleto de experiências curtas poderia ser considerado negativamente. Chris William, que foi VP de Recursos Humanos na Microsoft, reflete sobre as mudanças nas expectativas das carreiras ao longo do tempo.
Quando comecei minha carreira nos anos 1980, meus pais e todos os consultores de carreira diziam que você precisava ficar em um emprego por pelo menos cinco anos”, relata em um artigo para o Business Insider.
Contudo, os tempos são outros. Atualmente, permanecer em uma empresa por uma década pode criar a impressão de acomodação ou falta de atualização profissional. Mas então, qual seria o período ideal para ficar em um emprego? A resposta de Chris é simples: “Depende”.
O valor das conquistas
Para Chris, as conquistas pessoais são mais relevantes do que o tempo de permanência em si. Ele destaca que gestores de contratação valorizam impactos significativos no negócio, como a liderança em projetos cruciais ou influências positivas em métricas como receita, lucro ou satisfação do cliente.
A lição é fazer a diferença onde estiver. “Concentre sua atenção não em quanto tempo você está em seu emprego”, diz o executivo. “Mostre que sua permanência, qualquer que tenha sido, foi do tamanho certo”.
Desafios da mudança de emprego
Mudar de emprego pode parecer uma estratégia eficaz para melhorar salários rapidamente, pois “ser contratado em outro lugar é muito mais fácil do que ser promovido internamente”, explica Chris. No entanto, essa transição não é isenta de desafios. Chris alerta para a perda de conexões internas valiosas e a necessidade de reconstruir a reputação do zero em um novo ambiente de trabalho.

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