Finanças
Veja a ótima escolha para quem quer economizar na semana
Para quem costuma seguir a tradição da sexta-feira santa, separamos algumas dicas para economizar na ceia, já que o peixe encareceu bastante. Confira!
Com o preço do peixe nas alturas, quem gosta de manter a tradição da Sexta-feira Santa vai sentir um pouco no bolso este ano. Mas há opções mais baratas para substituir os peixes tradicionais, e tentar economizar no feriado.
“O preço do peixe hoje está bem abaixo da carne de primeira, até de segunda. Então, a gente espera uma movimentação muito boa para a semana”, disse Atílio Guglielmo, diretor da Associação dos Comerciantes do Mercado São Pedro.
Segundo ele, a semana passada já foi melhor do que o esperado, devido as pessoas que se adiantam para a Semana Santa.
Foi verificado um aumento de 3,93% nos itens mais tradicionais de Páscoa, segundo uma pesquisa da Fundação Getulio Vargas. E segundo o IBGE, 20,89% da inflação é decorrente do grupo alimentação e bebidas.
Este percentual foi medido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mostrou também um aumento de 0,33% no valor das carnes no mês passado, 8,45% de aumento em relação ao ano passado e 17,97% em relação a 2020.
Segundo Guglielmo, o peixe está com um preço bom no momento, com muita oferta de Tilápia. O camarão está com pesca proibida em Rio de Janeiro e Espirito Santo, mas o camarão de cativeiro tem dado conta da demanda. O pescado também está em época de baixa, mas ele afirma que será o suficiente para atender o consumidor.
De acordo com o diretor, o preço do salmão está bem alto, devido a negociação em dólar, e apesar da baixa da moeda nos últimos dias, as negociações são antigas, então o preço vem de acordo com a cotação alta. Mas há outros peixes em promoção, como corvina, anchova, dourado pequeno, camarão e filé de peixe, que podem fazer a felicidade do feriado de muitas famílias.
E todos sabem que os peixes fazem muito bem a saúde, com diversas vitaminas e uma ótima fonte de proteína e gordura boa, fazendo um bem não só para o paladar, mas também para a saúde. Porém, a superintendente de Vigilância Sanitária da SES, Adna dos Santos Sá Spasojevic alerta para os cuidados com a qualidade do pescado:
“O ideal é consumir peixe fresco, sempre. Se for do mar, tem que ter cheiro de maresia. No mercado, deve estar sob refrigeração, com aquele gelo debaixo íntegro e não derretido. A carne deve estar úmida, firme e sem manchas, com as escamas aderidas ao corpo”, explicou ela.
Adna também dá uma dica para saber se o peixe está mesmo fresco: “Fazer uma leve pressão com o dedo na carne. Se for fresco, ao retirar o dedo, a musculatura volta ao normal. Se não, a marca fica na carne”
Jacqueline Toledo Hosken, que é nutricionista da Coordenação de Vigilância e Fiscalização de Alimentos da superintendência, explica como saber se o peixe está sendo bem armazenado:
“Pescados de tipos diferentes não devem estar uns sobre os outros no local de venda. Polvos e lulas devem ter a carne consistente e elástica. Mariscos frescos só podem ser vendidos vivos. E o bacalhau salgado deve estar em local limpo e protegido de poeira e insetos. Verifique se não há presença de mofo, ovos ou larvas de moscas, manchas escuras ou avermelhadas, limosidade e odor desagradável”.

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