Educação
Polêmica na universidade: grupo de alunos se unem para protestar contra a instituição por conta de curso considerado “inútil”!
Estudantes de uma universidade australiana se reúnem para processar a sua própria instituição de ensino, e os motivos são bastante curiosos.
Fazer uma faculdade é o sonho de muita gente, afinal, quem não sonha com uma vida melhor? Além disso, possuir um curso superior ainda é sinônimo de status social no Brasil.
E graças as políticas públicas implementadas nas primeiras gestões do governo Lula, muitas pessoas de baixa renda puderam ter acesso a uma educação melhor, algo que antes era extremamente elitizado.
Porém, um caso bastante polêmico chamou a atenção da imprensa mundial, pois alunos se mobilizaram para protestar contra um curso que estava sendo oferecido na instituição onde eles estudavam. Vamos entender melhor o caso, logo abaixo:
Um curso que simplesmente acabou “dando o que falar”.
Segundo informações, por volta de 20 pessoas se uniram para abrir um processo contra a universidade. O motivo é, com o passar do tempo, os universitários foram surpreendidos com uma triste notícia.
Por sua vez, todos os envolvidos são estudantes matriculados no curso de Negócios e Comércio, ofertado pela James Cook University (JCU), na cidade de Townsville, (exato, a cidade das Meninas Super Poderosas) na Austrália.
De acordo com os reclamantes, a organização educacional se utilizou de uma falsa propaganda para atrair as pessoas, já que segundo eles o curso seria inútil, pois não haveria a necessidade dele para atuar na respectiva área.
Os acadêmicos também alegam que a formação oferecida ali não tinha os devidos credenciamentos necessários para formar profissionais da área financeira.
Diante dos fatos apresentados, eles alegam que tiveram prejuízos devido aos montantes gastos até o momento, fora os danos psicológicos e outras perdas pessoais.
Inclusive, essa ausência do credenciamento adequado foi descoberta quando um dos alunos, Sam Boon já estava quase se formando. O rapaz tentou resolver o caso diretamente com a administração da instituição e infelizmente não obteve êxito.
Dessa forma, ele se mobilizou para reunir mais pessoas igualmente lesadas e assim lutar pelos seus direitos, buscando uma solução junto da justiça australiana.
Assim, um advogado foi contratado, e de acordo com informações ele atualmente está representando 18 das 20 pessoas citadas no começo do texto. Ele alega também que a universidade agiu de má-fé, e deverá pagar por isso.
Esta por sua vez, ao ser questionada sobre o caso, afirma somente que o curso foi credenciado no dia 01/07 de 2022 e a partir desse ponto os alunos receberam diplomas legalizados, que permitem sua atuação no mercado de consultoria financeira.

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