Ações, Units e ETF's
‘Quando saúde é riqueza, reiteramos compra’, diz XP sobre Rede D’Or São Luiz
O destaque negativo ficou por conta do lucro líquido, de R$ 303 milhões
A Rede D’Or São Luiz divulgou seu balanço referente ao quarto trimestre do ano passado e o bom resultado apresentado chamou a atenção da XP Investimentos.
“Quando saúde é riqueza reiteramos compra”, disse a gestora sobre o grupo de medicina, elencando o preço-alvo em R$ 85 por ação.
“A rede divulgou resultados operacionais muito fortes, superando as nossas estimativas e o consenso de mercado, impulsionados por uma receita líquida robusta, que refletiu uma combinação de leitos operacionais mais altos, taxa de ocupação mais alta e ticket médio mais alto”, destacou.
E acrescentou: “a receita líquida de R$4,17 bilhões, veio 31% acima de nossas expectativas e 22% acima do quarto trimestre de 2019. Com isso, o EBITDA Ajustado de R$1,14 bilhão, superou nossas estimativas em 18% e o resultado do ano passado em 25%.”
Entretanto, segundo a XP, o único destaque negativo ficou por conta do lucro líquido, que foi de R$ 303 milhões contra a estimativa de R$ 510 milhões da gestora, por conta de despesas financeiras e impostos mais elevados.
“Tirando isso, o forte conjunto de indicadores operacionais reforça nossa visão positiva sobre a companhia”, concluiu.
Rede D’Or: webconferência
Presidente da Rede D’Or, Paulo Moll disse que apesar do aumento na demanda por hospitais, vinda de grupos que podem se capitalizar com uma oferta inicial de ações, a Rede acredita que ainda há opções desse ativo para aquisições. “É um mercado grande, bastante fragmentado, não vão faltar opções”, destacou em web conferência de resultados nesta quinta (25).
Também disse que além de hospitais, outra área de interesse do grupo são os laboratórios de medicina diagnóstica.
A mudança na cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no setor de saúde deve gerar um impacto à companhia de cerca de 7%, caso sejam mantidas as modificações atuais. Há pleitos do setor para derrubar essas mudanças nas regras do imposto. Se confirmado, esse impacto de 7% será repassado às operadoras de planos de saúde, uma vez que se refere às despesas com materiais, medicamentos, entre outros.
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