Empresas
Raia Drogasil pretende abrir 240 unidades em 4 anos e chegar a 3,5 mil farmácias
Atualmente são cerca de 2,4 mil lojas em todo o Brasil
A Raia Drogasil pretende abrir 240 unidades em quatro anos e chegar a 3,5 mil farmácias até o final de 2025, informou por meio de comunicado ao mercado.
De acordo com o documento, atualmente são cerca de 2,4 mil lojas no país. “Não vejo nada hoje que impeça isso [manter o atual nível de cerca de 240 inaugurações, em média, ao ano]. Temos visto oportunidades em novos municípios pelo país que antes não eram exploradas. Até o fim de novembro, a empresa abrirá quatro lojas no Acre, Amapá e Roraima, completando a presença em todos os Estados brasileiros”, disse o presidente da varejista, Marcilio Pousada.
Conforme o executivo, a empresa ainda estuda implementar a venda, em suas lojas, de produtos dos lojistas de seu “marketplace” (shopping virtual) até o fim de 2022. O cliente poderá encomendar, por meio de terminais nas unidades, o produto vendido na plataforma, para entrega em casa.
Hoje, o grupo tem cerca de 60 mil produtos disponíveis em seu marketplace e 200 vendedores.
Raia Drogasil
Segundo o executivo, o marketplace não pode ser uma estratégia isolada na empresa. “Ele tem de estar ligado a nossas farmácias. Vamos atuar apenas em saúde, bem-estar e beleza. Não vamos entrar em outro negócio”.
O grupo ainda estuda a possibilidade de vender produtos de outros lojistas que não sejam apenas complementares a sua plataforma, mas também de concorrentes, se considerar que a proposta faz sentido ao cliente.
“O Mundo Verde quer vender com a gente, então, é tudo uma questão de fazer sentido, dentro da nossa proposta, e que esteja dentro das nossas áreas fortes”.
Questionado se o grupo tem plano de entrar em outros marketplaces, como Mercado Livre, Magazine Luiza e Americanas, para vender os seus produtos, Pousada disse que toda oportunidade é levada em consideração, mas não sinalizou um movimento claro nessa direção agora.
Concorrência
Ainda de acordo com o documento, a rival Drogaria São Paulo está no Mercado Livre. O cliente faz o pedido, e retira nas lojas (ainda não há entrega pela plataforma).
“Não digo que é impossível, mas eu já tenho quase 2,5 mil lojas que fazem entregas, então eu já tenho o ‘last mile’ [etapa final da entrega ao cliente]. E vamos lembrar que nós vendemos medicamentos, e há questões regulatórias e de responsabilidade nessa entrega”.
Na visão do comando do grupo, a força logística da rede, especialmente a sua base de mais de 2 mil lojas (que funcionam como minicentros de distribuição), é uma oportunidade que estaria fora dos cálculos de analistas. “O mercado financeiro não está entendendo o que nós temos. Em abril de 2018, eram 1,9 mil lojas, e todas operando com o serviço ‘compre e retire’. Hoje temos ‘players’ digitais falando que têm 150 lojas que fazem isso. Nossa revolução foi acreditar que o digital depende das lojas”.
Digital
De todos os produtos vendidos digitalmente, 80% das entregas ao consumidor são feitas pelas lojas do grupo. Segundo o executivo, 9% do faturamento total hoje vem do on-line, e essa taxa vem se mantendo, mesmo com a maior circulação de pessoas. Entre 2018 e 2019, representava 1,5% das vendas.
A companhia está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker
Veja o documento:

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