Commodities
Soja e milho renovam movimentação técnica; a oleaginosa ao menos resiste de ‘grão em grão’
Mais um dia de cautela nas operações a futuro com as commodities mais importantes, pelo menos por enquanto é o que Chicago mostra
As movimentações técnicas marcam o ritmo da bolsa de Chicago nesta passagem da quarta (27), com a soja se segurando acima dos US$ 13 nos contratos mais curtos, renovando a leve alta da véspera.
O milho, por sua vez, inverte. Das vendas técnicas da véspera, agora tem compras tímidas.
Às 8h20 (Brasília), na soja os ganhos vão de mais 0,55% a mais 0,65% entre o novembro e o maio, de US$ 13,10 a US$ 13,49. No milho, o dezembro conquista 0,50%, a US$ 4,81.
Os analistas americanos que acompanham os mercados, como os da Farm Futures, ainda não estão vendo nos preços alguma dificuldade que o plantio brasileiro possa ter diante do calor e tempo seco no Centro-Oeste.
Também não notam a situação climática nos EUA podendo voltar a influir demasiadamente.
Para a soja, o que se vislumbra é um impulso exportador brasileiro muito forte este mês, como disse a Anec, e estoques trimestrais americanos mais justos, que serão divulgados pelo USDA na sexta.
Quanto o milho, também há esses dois últimos fatores, absorvendo, por hora, uma pressão de baixa que viria da melhora das lavouras por lá, como disse o USDA na segunda, porém com trabalhos de campo poco abaixo do que os agentes esperavam.

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