Commodities
“Surpresinha” do USDA já não vale mais e soja sobe testando de tudo um pouco
Grão se recupera da forte desvalorização da véspera em mistura de tudo um pouco, do clima ao mercado financeiro
O avanço do petróleo tipo Brent aos US$ 80 o barril pode estar por trás do suporte das cotações do óleo de soja, que, por arrasto, carrega junto o grão in natura.
Mas pode ser pura especulação, já que não há notícias de escassez do derivado da soja na Ásia, principalmente, menos ainda que os cortes de produção da Rússia e dos sauditas possam de fato fazer falta em um mundo com freio de mão puxado.
Então, pode ser o contrário. Indicadores que apontam o menor volume de entrada da commodity puxando os derivados, como o farelo também.
De certo, mesmo, é que os mercados seguem atrapalhados nesta fase de preços comandados exclusivamente pelas condições da safra dos Estados Unidos.
Testam de tudo.
Como caiu ontem ao final do pregão de Chicago, após passar boa parte do dia em alta, nesta quinta (13) sobe com certo fôlego para o horário, 7h45 (Brasília): o agosto 1,30%, US$ 14,61, e o setembro 1,25%, US$ 13,72.
O recorte do USDA da quarta confirmou menor oferta de soja dos EUA, para pouco mais de 117 milhões de toneladas, porém acima da quebra aguardada pelos comerciantes. Os estoques igualmente ficaram mais altos do que o mercado previa, contudo limados mais um pouco.
A “surpresinha” já não vale mais para hoje?
Os mapas últimos do NOAA, o serviço americano meteorológico, indicam certo recuo de condições climáticas propícias para os próximos dias. Sem nenhuma novidade.
É bom se olhar para o mercado financeiro neste momento também. Os futuros de ações nos EUA crescem e o dólar cotado internacionalmente (index) recua, o que demonstra certo apetite para o risco com recursos irrigando os ativos em geral.

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