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Suzano vai subir o preço da tonelada de celulose em todos os mercados em janeiro
Companhia está entre as maiores do seu setor.
A Suzano (SUZB3) está informando aos clientes sobre novos aumentos nos preços da celulose de eucalipto, aplicáveis a encomendas feitas a partir de janeiro.
Para a China, está previsto um aumento de US$ 10 no preço da commodity, enquanto para América do Norte e Europa, o incremento será de US$ 80 em cada região.
A maior produtora de celulose de eucalipto do mundo confirmou que, na América do Norte, o preço do produto será elevado para US$ 1.330 por tonelada, enquanto, na Europa, atingirá US$ 1.140 a partir de janeiro. Embora a Suzano não tenha divulgado o preço para a China, desde setembro, quando estava em US$ 550, a empresa já anunciou reajustes que totalizam US$ 110.
Este aumento de janeiro representa o quinto consecutivo, sendo o mesmo praticado nas outras regiões neste mês. Embora o reajuste para a China seja menor do que o praticado em dezembro, quando o preço da celulose para o país asiático subiu US$ 20.
A ação SUZB3 encerrou o dia 20 cotada a R$ 53,90.
Suzano (SUZB3)
Caso o aumento de preço anunciado seja mantido, o Morgan Stanley estima que os preços na China poderão atingir cerca de US$ 650 por tonelada em janeiro, o que indicaria uma alta em relação à previsão do banco para o 1º trimestre de 2024, de US$ 593 por tonelada.
No cenário financeiro, o JP Morgan, o maior banco dos Estados Unidos, elevou o preço-alvo para as ações da Suzano (SUZB3) e destacou a empresa como sua “top pick” (ação favorita) no setor de celulose, considerando a proximidade do lançamento do Projeto Cerrado da companhia em 2024 e um cenário positivo para os preços da celulose.
O novo preço-alvo para SUZB3 é de R$ 76, com recomendação de compra. O JP Morgan prevê que a conclusão do projeto reduzirá substancialmente os investimentos da empresa, impactando positivamente o fluxo de caixa no segundo semestre de 2024.
A Suzano deve experimentar um crescimento significativo no volume de celulose, aproximadamente 30%, até 2025, à medida que o projeto avança. O JP ressalta que os preços da celulose são um importante fator de risco para a Suzano, junto com outros fatores como variações cambiais e custos adicionais relacionados ao projeto do Cerrado.

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