Investimentos
Tesouro IPCA+ 2026 oferece inflação + 3,8% e atrai a atenção do mercado
O Tesouro IPCA+ 2026 oferece inflação + 3,8% e está atraindo a atenção do mercado, com muitos assessores de investimento recomendando o produto.
É o caso da Ágora Investimentos que apontou, recentemente, para o investimento como uma boa aplicação. “É o mais indicado para o momento”, destacou.
Isso porque a carteira recomendada deles, com o Tesouro Direto para os próximos 30 dias incluído, considera que o juro deverá manter uma tendência de alta até o final deste ano.
Externamente, os estímulos monetários e fiscais, principalmente nos Estados Unidos, continuam refletindo nos preços dos ativos, e seguem mantendo os juros pelo mundo em baixo patamar.
Assim, os prêmios da parte longa da curva seguem mais elevados, dada a percepção de risco fiscal no Brasil, sendo que as reformas estruturais (administrativa e tributária) continuam sendo essenciais.
Eles dizem preferir esse tipo de produto, no momento, por conta do cenário ainda volátil e recente alta da inflação.
Portanto, a composição da carteira para este mês é de 75% em títulos indexados à inflação com vencimento em 2026 (o mais curto disponível para compra), assim o investidor se protege da inflação no médio prazo e ainda obtém um juro real próximo de 3,8%.
Já os outros 25% devem ser aplicados em Tesouro Selic, indicam.

-
Tecnologia5 horas atrás
5 ajustes essenciais em celulares Samsung que todo dono deve fazer
-
Mundo14 horas atrás
Musk deve deixar o governo Trump em breve, diz jornal
-
Cotidiano2 dias atrás
Feriados de abril: veja quais caem em dias úteis e podem virar descanso prolongado
-
Empresas2 dias atrás
Prosegur pretende investir 5 milhões de euros no Brasil
-
Agronegócio1 dia atrás
Não mate sua planta! Veja dicas essenciais para cuidar da zamioculca
-
Empresas2 dias atrás
Taurus adquire fabricante turca de armas Mertsav
-
Investimentos1 dia atrás
Com alta da Selic, quais investimentos se tornam mais atrativos?
-
Economia2 dias atrás
Fim dos apps de banco? Ex-presidente do BC fala sobre próxima revolução financeira