Economia
Um copo cheio de direitos: Como o alcoolismo pode conduzir à aposentadoria?
O alcoolismo é considerado uma doença grave, capaz de afetar significativamente a saúde física, mental e social de uma pessoa. Em alguns casos, é possível que essa dependência leve o trabalhador a uma aposentadoria precoce, já que não é mais capaz de exercer seus serviços.
Inclusive, nos casos em que a dependência de bebidas alcoólicas gere incapacidade para o trabalho, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) oferece benefícios previdenciários para amparar o indivíduo nessa situação tão delicada.
Alcoolismo e aposentadoria por invalidez
Para ser elegível à aposentadoria por invalidez ou ao auxílio-doença, é preciso que a pessoa comprove a incapacidade de forma temporária ou total. Quando temporária, o benefício concedido é o auxílio-doença, que visa ajudar o trabalhador pelo período em que ele não consegue exercer suas atividades laborais devido ao alcoolismo.
Por sua vez, quando fica constatada a incapacidade total, é concedida ao indivíduo a aposentadoria por invalidez, que visa garantir uma renda mensal ao trabalhador que não tem mais condições de retornar ao trabalho, como acontece em caso de graves lesões ou doenças severas e permanentes.
Entretanto, o processo de obtenção de tais benefícios não se dá automaticamente. É preciso passar pela perícia médica do INSS, na qual médicos especialistas avaliam com rigor a incapacidade gerada pelo alcoolismo.
Essa avaliação se faz necessária e é cada vez mais minuciosa, visando garantir que o benefício seja destinado às pessoas que realmente necessitam, evitando fraudes e assegurando a justiça e equidade no sistema previdenciário brasileiro.
Conclusão
Como ficou demonstrado, o alcoolismo pode sim levar à concessão de aposentadoria por invalidez ou auxílio-doença, ambos concedidos pelo INSS. Para isso, é preciso passar pela perícia e restar comprovado que a dependência gere incapacidade para o trabalho, seja total ou parcial.
Isso porque existem pessoas que sofrem com o alcoolismo, mas ainda são capazes de desempenhar suas funções profissionais sem qualquer problema.
Em qualquer caso, é recomendado buscar auxílio médico especializado, terapia ou até mesmo um grupo de apoio especializado em dependência. Eles podem fornecer orientação e suporte personalizados.

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