Economia
Vendas automotivas têm melhor dezembro em dois anos
Setor vendeu 216,9 mil unidades no mês passado e 2,1 milhões veículos no ano
O melhor mês de vendas automotivas dos últimos dois anos. Assim classificaram a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), juntamente com a Anfavea – que representa as montadoras – o desempenho comercial da indústria automobilística em dezembro último, que fechou com um volume vendido (216,9 mil unidades) 4,8% maior (+10,4112 unidades) que no mesmo período de 2021 (206,488 mil unidades).
O resultado do mês passado, que superou em 6,3% o desempenho de vendas de novembro, se aproximou do registrado em dezembro de 2020, quando foram licenciados 244 mil veículos. No ano, o montante de 2,1 milhões de veículos vendidos registrou ligeiro recuo de 0,7% em relação a 2021, quando foram licenciadas 2,12 milhões de unidades.
Diversos fatores concorreram para a reação positiva, na reta final do ano passado, por parte das vendas do setor nacional, que foi beneficiada pela menor pressão de demanda global por componentes eletrônicos, aliada à normalização do transporte marítimo de materiais (duramente afetado pelo fechamento do porto chinês de Xangai, por dois meses). Tal alívio permitiu às montadoras atender mais rapidamente aos pedidos das locadoras, compensou parcialmente o ‘aperto de oferta’ de veículos, que se vinha arrastando ao longo do ano.
Usados em ‘marcha ré’ – Mesma sorte não teve a venda no segmento de veículos usados, que apresentou queda de 12% em 2022 (13,297.958 milhões), ante 2021 (15,106.724 milhões) – aí considerados automóveis, comerciais leves, pesados e motos – revelou a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto) que, ainda assim, considerou o resultado ‘bom’.
Em nota o presidente da Fenauto, Enilson Sales, explicou que “nossa previsão era a de que o ano terminasse com um total entre 13 milhões e 13,5 milhões de unidades comercializadas, o que se confirmou. Consideramos o resultado bom por conta das incertezas e instabilidades que a economia sofreu com a Guerra na Ucrânia, o aumento dos juros, uma maior restrição ao crédito e ao cenário político nas eleições presidenciais”.
Por categoria, o de motos foi o que mostrou menor declínio, com 2,9 milhões de unidades negociadas, o que equivale a uma queda de 9,4% em relação a 2021, que vendeu 3,2 milhões de unidades, ao passo que o segmento de automóveis retraiu 12,7%, caindo de 9,5 milhões para pouco mais de 8,3 milhões de exemplares.

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