Investimentos
Você pode viver de renda com R$ 10 mil mensais: saiba quanto investir e o tempo necessário
Alcançar a independência financeira com investimentos exige planejamento.
Investir para viver de renda em uma década ou 15 anos é um objetivo que exige bastante planejamento e disciplina. Muitos sonham com a liberdade financeira, mas poucos sabem como estruturar esse caminho de maneira eficaz. Entender quanto e onde investir é crucial para garantir uma renda futura satisfatória.
De acordo com a análise realizada pela Bora Investir, o especialista Anderson Miranda, líder de Distribuição da assessoria de investimentos W1 Capital, revelou cálculos precisos sobre o montante necessário para uma aposentadoria antecipada.
Com os cálculos a seguir é possível ter uma noção sobre a quantidade de patrimônio para viver com R$ 10 mil por mês, sem trabalhar – Imagem: reprodução/Andrzej Rostek/Getty Images
Planejamento financeiro: quanto e onde investir
Conforme Miranda, para garantir R$ 10 mil por mês a partir de investimentos, é necessário acumular R$ 1,8 milhão. Para atingir essa quantia, é imprescindível investir todos os meses.
Miranda destaca que, em dez anos, aplicar R$ 9 mil mensais em Títulos do Tesouro Selic ou CDBs a 100% do CDI pode ser uma solução. Isso, claro, para quem tem condições de empregar esse valor todo mês, ou seja, uma minoria da população.
Já de modo alternativo, em 15 anos, o valor necessário cai para R$ 4.700 mensais nas mesmas modalidades de investimento, uma quantia também alta para a maioria dos brasileiros.
As escolhas de investimento variam de acordo com o perfil do investidor. Títulos de renda fixa, por exemplo, oferecem segurança com retornos moderados, enquanto ações e ETFs, embora mais arriscados, são capazes de proporcionar maiores ganhos a longo prazo.
No entanto, a cautela e a orientação profissional são indispensáveis, independentemente do perfil.
Estratégias pós-acumulação
Ao alcançar a meta desejada, é crucial gerenciar o portfólio para assegurar a liquidez mensal. Miranda sugere uma combinação equilibrada de ativos, que inclui Títulos do Tesouro IPCA+, ETFs que distribuem dividendos e Fundos Imobiliários (FIIs).
Juntos, tais investimentos conseguem gerar um retorno mensal de aproximadamente 0,6% sobre o capital aplicado.
Embora atraentes, ETFs e FIIs possuem riscos associados à renda variável. Por isso, os investidores devem estar cientes da possibilidade de desvalorização e interrupção nos pagamentos.
Desse modo, um estudo aprofundado ou a consulta a um especialista pode ser fundamental para minimizar os riscos e maximizar os ganhos.
* Com informações do portal E|Investidor do jornal Estadão.

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