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3R Petroleum adquire participação no campo de Papa Terra da Petrobras

Bacia de Santos

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A 3R Petroleum adquiriu participação no campo de Papa Terra da Petrobras, conforme fato relevante encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, trata-se de contrato para a aquisição da participação detida pela Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) no campo de Papa-Terra, atualmente em produção, localizado na Bacia de Campos, no Estado do Rio de Janeiro, incluindo toda a infraestrutura e sistemas de superfície e submarinos atrelados.

Também disse que atualmente a Petrobras é operadora do ativo com 62,5% de participação, sendo o restante detido pela Chevron Brasil Petróleo Ltda.

Após a conclusão da transação, a 3R Offshore tornar-se-á operadora do campo. O valor total da transação é de US$ 105,6 milhões, sendo US$ 6 milhões pagos no ato de assinatura do contrato de aquisição do referido ativo; US$ 9,6 milhões a serem pagos na data do fechamento da transação; e US$ 90 milhões em pagamentos contingentes.

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3R Petroleum

Ainda de acordo com o documento, os valores não consideram ajustes e correções durante o período, que podem ocorrer até o fechamento da transação.

“Os pagamentos contingentes estão divididos em 11 parcelas, às quais estão condicionadas ao preço de referência do petróleo tipo brent e à performance operacional do ativo” disse.

Veja como fica:

  1. a) Cinco parcelas, que representam 30% do total contingente, serão devidas caso: (a.i) o Brent alcance a média móvel igual ou superior a US$ 50 no período de 12 meses e (a.ii) a produção de óleo alcance determinados volumes acumulados, específicos para cada parcela, com apuração e vigência compreendidas entre janeiro de 2022 e dezembro de 2032;
  2. b) Cinco parcelas, que representam 54% do total contingente, serão devidas caso: (b.i) observado o item (a.i) supramencionado e (b.ii) a operação alcance determinados volumes médios de produção diária no período de 12 meses, específicos para cada parcela, com apuração e vigência compreendidas entre janeiro de 2022 e dezembro de 2032; e
  3. c) Uma parcela, que representa 17% do total contingente, será devida caso: (c.i) o Brent alcance média móvel igual ou superior a US$ 65 no período de 6 meses, iniciando-se sua apuração na data do fechamento da transação e encerrando-se em 24 meses.

Petrobras

A transação prevê a transferência da totalidade da parcela detida pela Petrobras nos ativos, infraestrutura e sistemas para a 3R Offshore, incluindo todos os poços, unidades flutuantes e instalações submarinas existentes, dentre os quais se destacam: (i) o FPSO P-63, que possui apenas 7 anos de uso e conta com alta capacidade de processamento e estocagem de óleo, assim como as linhas flexíveis e os equipamentos submarinos que se conectam ao FPSO; e (ii) a plataforma P-61 do tipo TLWP (Tension Leg Wellhead Platform), que possui apenas 6 anos de uso; ambas as unidades já encontram-se nacionalizadas no contexto do Repetro-SPED e em operação.

Adicionalmente, destaca-se que o contrato de aquisição celebrado garante um acordo de compartilhamento de custos de abandono entre a Petrobras e a 3R Offshore.

Papa-Terra

O campo de Papa-Terra está localizado em águas profundas na Bacia de Campos, a aproximadamente 100km da costa do Estado do Rio de Janeiro. Sua descoberta ocorreu em 2003 e o início de sua produção em novembro de 2013. O campo é operado por meio das unidades P-61 e P-63, com capacidade de processamento de 140 mil barris de óleo por dia, capacidade de injeção de 340 mil barris de água por dia, capacidade de estocagem de 1,4 milhão de barris e slots para conectar até 21 poços produtores e 11 poços injetores.

Atualmente, estão em operação 6 poços produtores e 3 poços injetores e todos os sistemas possuem capacidade ociosa suficiente para implementar as atividades de revitalização e redesenvolvimento que são o core business da 3R

A 3R Petroleum está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker RRRP3.

Veja o documento:3R Petroleum adquire participação no campo de Papa Terra da Petrobras

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Economia

GPA (PCAR3) investe em logística para turbinar receita

Meta do grupo é ampliar estruturas de entrega e armazenagem

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Crédito: Isto é Dinheiro

Como um dos passos iniciais do fulfillment (conjunto de serviços para a venda digital) o grupo GPA (PCAR3), controlador do Pão de Açúcar e do hipermercado Extra, anunciou hoje (17) que pretende dar início à venda de seus serviços logísticos, de forma a ampliar a lista de redes que utilizam suas estruturas de entrega e armazenagem, gerando, assim, mais receita.

Coleta de produtos – Como medida prévia, o GPA começou a coletar produtos dos lojistas de seu “marketplace” (shopping virtual), com o objetivo de oferecer aos vendedores os preços das tabelas negociadas com os Correios.

Duas frentes – Em sua estratégia de crescimento para 2022, o grupo pretende atacar em duas frentes: a armazenagem dos produtos dos vendedores em seus centros de distribuição e o uso das 870 lojas do grupo como ponto de coleta e envio de mercadorias dos lojistas. De abril a junho, a venda on-line do grupo atingiu R$ 428 milhões, uma alta de 32% sobre igual período de 2020.

‘Same day’ – Como resultado da criação, há 45 dias, de sua divisão logística própria (GPA Log), o grupo conseguiu reduzir, em mais de um dia, o prazo de coleta, entrega e postagem pelos Correios. No caso de entrega do Rio para São Paulo, a meta da empresa é reduzir o prazo atual, de três dias para 24 horas, o chamado ‘same day’. “Isso tornará viável quando as demais etapas do plano avançarem, a exemplo da armazenagem dos centros da empresa”, prevê o diretor-executivo de logística do GPA, Marcelo Arantes.

Atraso ‘vantajoso’ – “O difícil, neste caso, nem é a logística, mas a separação. Imagine ter que fazer a compra em 15 minutos, que é o tempo máximo para uma venda com prazo prometido de uma hora”, explicou Arantes, ao considerar uma ‘vantagem’ o fato de a GPA estar atrasada em relação às concorrentes, no que toca à venda de alimentos pela Internet (marketplace). “Isso ajuda a empresa a aprender com os erros alheios”.

Venda complexa – Sobre a operação, Arantes esclarece que “a venda de alimento é muito mais complexa do que qualquer outra, pois a forma de acondicionar o produto pode fazer a empresa perder o cliente”, comenta, ao adiantar que a empresa estuda a possibilidade de dar gratuidade aos lojistas, por tempo indeterminado, no serviço de armazenagem nos centros, depois que o projeto já estiver em curso, no ano que vem. A medida do GPA não deixa de ser inovadora, uma vez que marketplaces cobram taxas de comissão sobre venda pelos serviços.

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Gerdau anuncia distribuição de proventos aos acionistas

Exercício social de 2021

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Bonsucex Holding elevou sua participação acionária na Metalúrgica Gerdau

A Gerdau anunciou a distribuição de proventos aos acionistas, conforme comunicado encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, os proventos são relativos ao exercício social de 2021. Os valores serão pagos conforme datas informadas abaixo e serão calculados e creditados com base nas posições dos acionistas em 27 de setembro de 2021.

Também disse que os valores dos juros sobre o capital próprio serão pagos com retenção do imposto de renda na fonte de 15%.

E acrescentou que os beneficiários residentes ou domiciliados em países com tributação favorecida sujeitam-se a incidência de imposto de renda retido na fonte de 25%.

Gerdau

Gerdau

Ainda de acordo com o documento, os acionistas pessoas jurídicas que estejam dispensados da retenção do imposto de renda na fonte deverão comprovar essa condição enviando documentação para o Atendimento a Acionistas da Itaú Corretora de Valores.

Caso esses acionistas não entreguem seus documentos até o dia 04 de outubro de 2021, serão considerados não-isentos.

Os pagamentos serão feitos pela instituição depositária das ações, Itaú Corretora de Valores S.A., mediante crédito automático para aqueles acionistas que tenham informado o número da sua inscrição no CPF/CNPJ e a respectiva conta bancária. Tais informações devem ser fornecidas por meio do Investfone – Central de atendimento a acionistas.

O processamento do respectivo crédito ocorrerá a partir do 3º dia útil após a atualização dos dados cadastrais.

Os proventos não requeridos no prazo de três anos, a contar da data de pagamento, prescreverão e reverterão em favor da sociedade (Lei 6.404/76, art. 287º, inciso II, item a).

A companhia está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker GGBR4.

Veja o documento:

Gerdau anuncia distribuição de proventos aos acionistas

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SER conclui aquisição da Starline Tecnologia, dona da Prova Fácil

100% do capital social

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SER conclui aquisição da Starline Tecnologia, dona da Prova FácilSER conclui aquisição da Starline Tecnologia, dona da Prova Fácil

A SER Educacional anunciou a conclusão da aquisição da Starline Tecnologia, dona da Prova Fácil, conforme documento encaminhado ao mercado.

De acordo com a empresa, após cumprimento das condições precedentes, foi realizada a conclusão financeira do contrato e a efetiva transferência para a 3L Tecnologias Educacionais e Soluções Digitais S.A., subsidiária da Ser, de 100% do capital social da Starline.

Também disse que a Prova Fácil é uma EdTech líder em gestão de provas na América Latina, com mais de 100 milhões de avaliações realizadas nos últimos cinco anos, tendo sido reconhecida em 2017 pelo EdTech Startups Awards como uma das três EdTechs mais inovadoras da América Latina e uma das 20 melhores do mundo.

SER anuncia conclusão da aquisição da Starline Tecnologia, dona da Prova Fácil

SER

Ainda de acordo com a empresa, a PROVA FÁCIL automatiza e moderniza qualquer processo avaliativo, transformando avaliações em inteligentes bancos de dados que permitem analisar e melhorar o desempenho e experiência de aprendizado de seus alunos e colaboradores, e possui soluções B2B, B2C e B2B2C que permitem mais clareza na gestão do conhecimento de uma instituição de ensino ou empresa.

Com isso, a Prova Fácil contribuirá para o desenvolvimento do ecossistema de educação continuada da Ser Educacional, representando a entrada da SER no mercado de gestão de provas e conhecimento, e a Transação terá sinergias importantes, tais como: investimento na aceleração da Prova Fácil, com sua expertise no segmento, e base de faturamento líquido anual de R$6,0 milhões; integração com o banco de mais de 1,5 milhão de questões da Prova Colegiada, sistema próprio de avaliação semestral do desempenho acadêmico dos alunos da SER, entre outras.

Além disso, todos os executivos da EdTech continuarão à frente da Prova Fácil e ainda contarão com o apoio financeiro e estratégico da Ser Educacional.

A Ser está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker SEER3.

Veja o documento:

SER anuncia conclusão da aquisição da Starline Tecnologia, dona da Prova Fácil

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