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Finanças

56% dos brasileiros têm dificuldades para guardar dinheiro; veja 6 dicas para começar a poupar

Levantamento também revelou que 50% dos respondentes têm dificuldades de se planejar financeiramente para organizar as contas. 

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Guardar dinheiro

A pandemia afetou a vida financeira de muita gente. O resultado refletiu na pesquisa da Acordo Certofintech de renegociação de dívidas online, que revelou que 56% dos consumidores declaram ter dificuldades em guardar dinheiro. O levantamento foi realizado com mais de 1,5 mil respondentes em janeiro.

Ainda conforme o levantamento, 50% dos respondentes também apontaram dificuldade de se planejar financeiramente para organizar as contas.

Para Thales Becker, diretor de marketing da Acordo Certo, o planejamento financeiro é o principal e primeiro passo para conseguir fazer uma reserva de dinheiro. “A educação financeira é imprescindível. Afinal, é ela que apoia financeiramente os momentos de imprevisibilidade. Ninguém prevê perder um emprego ou ter gastos extras com medicamentos. Mas se criarmos aos poucos uma rotina de guardar dinheiro todo mês esse valor fará grande diferença ao lidar com uma situação inesperada.”

O profissional ainda listou seis dicas para ajudar a criar uma reserva financeira emergencial:

  • Organização: analisar o orçamento mensal para identificar gastos essenciais e anotar todas as informações em um planilha;
  • Entender os gastos: calcular as dívidas para saber onde estão os gastos fixos, flexíveis e aquele valor que pode ser utilizado para investimentos;
  • Investir primeiro: separar a quantia dedicada aos investimentos deve ser sua prioridade orçamentária;
  • Pense no futuro: para sua reserva de emergência, guarde de três a seis meses de custos fixos;
  • Planeje o lazer: momentos de lazer também devem ser prioridade, visto que são importantes para saúde mental. Portanto, faça um planejamento mensal dessas atividades;
  • Aplique o dinheiro: escolha opções de investimento com rendimento acima da poupança, liquidez diária e baixo risco.

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Finanças

Elo Diners Club: Novo cartão da Elo tem pontuação turbinada e benefícios especiais

Novo cartão contará com a plataforma Elo Flex, na qual o cliente escolhe de quatro a seis benefícios para personalizar seu Elo Diners Club.

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Elo Diners Club

Com o lançamento do novo Elo Diners Club, a empresa conclui a reformulação do seu portfólio de alta renda. O cartão é uma evolução do Elo Nanquim Diners Club, lançado em 2018. 

O cartão chega ao mercado com benefícios melhorados, como acesso ilimitado e gratuito a salas VIP para titular e acompanhante, além de seguro viagem com cobertura para despesas médicas e hospitalares. Além disso, o Elo Diners Club passa a contar com Elo Flex, plataforma de personalização de benefícios que representa um upgrade no segmento de alta renda da empresa. 

Felipe Maffei, diretor de produtos e inovação da Elo, comenta: “Estamos lançando no mercado um produto ainda mais sofisticado para o público de alta renda, unindo os benefícios mais requisitados pelos clientes a outros diferenciados e inovadores no mercado de cartões”

A opção estará disponível em duas cores, sendo off-white ou preta. Entre os principais benefícios estão:

  • Pontuação turbinada de 3.3 pontos por dólar gasto em aquisições internacionais; 
  • Pontos que nunca expiram;
  • Acesso gratuito e ilimitado a salas VIP LoungeKey no Brasil e no mundo;
  • Acesso a sala VIP Elo no Aeroporto de Congonhas;
  • Transfer Aeroporto.

Além dos benefícios fixos, cada usuário conta com uma cesta de quatro a seis vantagens adicionais para personalização na plataforma Elo Flex. São mais de 30 opções em categorias como viagem, seguros, pet, vida, educação, casa, entretenimento, auto, entre outros. 

A transição do Elo Nanquim Diners Club para o novo Elo Diners Club no Banco do Brasil acontecerá a partir de junho de 2021. Os atuais usuários que já têm esse cartão podem usufruir da plataforma Elo Flex. 

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Bancos

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

A S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional da instituição financeira em um degrau, de “brAA-” para “brAA”

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Banco PAN

A Caixa Econômica Federal enviou pedidos de proposta a bancos de investimentos para alienar sua participação no Banco Pan (BPAN4).

Na mesma data, em resposta à iniciativa da Caixa, o Pan divulgou fato relevante na mesma data, afirmando ter recebido informação da Caixa Participações S.A. – CAIXAPAR, braço de participações da Caixa em empresas, a respeito da avaliação da transação e do processo de seleção das instituições financeiras participantes.

Segundo a XP Investimentos, após a vendas de suas ações preferenciais no último mês de agosto, a Caixa se tornou acionista do Banco Pan por meio de 49,2% das suas ações ordinárias, as quais são vinculadas a um acordo de acionistas com o BTG Pactual, acionista majoritário, que possui direito de preferência em qualquer operação que o banco estatal queira fazer.

“Ressalta-se que os estudos ainda encontram-se em caráter inicial, não havendo qualquer tomada de decisão acerca da efetiva realização da operação, que está sujeita à obtenção das aprovações societárias pertinentes, às condições macroeconômicas favoráveis e ao interesse de investidores”, destacou a XP.

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

Banco Pan: rating

Após elevar o rating do Banco Inter (BIDI11), a agência de classificação de riscos S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional do Banco Pan (BPAN4) em um degrau, de “brAA-” para “brAA”, e manteve a nota na escala global em “B+”. A perspectiva de ambos os ratings é estável.

A decisão, de acordo com a S&P, foi tomada diante da migração bem-sucedida do banco para as operações digitais, a menor dependência da receita de empréstimos e o foco em crédito consignado e financiamento de veículos.

Segundo a agência de rating, considerando que o crédito consignado e o financiamento de veículos são produtos de crédito de menor risco e representam 91% do total de empréstimos da instituição, o desempenho financeiro dela foi “mais resiliente e mais forte do que o de seus pares com ratings semelhantes, apesar do choque econômico decorrente da pandemia”.

“Nos últimos anos, o Banco Pan vem expandindo suas operações digitais, ao mesmo tempo em que se distancia do segmento de crédito para pequenas e médias empresas (PMEs) e se concentra no crédito consignado e financiamento de veículos. Como resultado, o banco vem reportando resultado operacional superior ao de seus pares, enquanto sua rentabilidade aumentou nos últimos anos”, diz trecho do comunicado.

A transformação digital do banco foi bastante elogiada pela agência. Para ela, apesar de o negócio de empréstimos ainda ser a principal ferramenta de monetização de clientes, o Banco Pan está “constantemente lançando novos recursos e desenvolvendo parcerias, potencializando produtos de varejo como cartões de crédito, contas correntes e empréstimos pessoais”, e isso vendo gerando bons frutos.

A S&P destacou ainda que o esforço do Banco Pan em reduzir sua dependência de financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF) – que controla a instituição com o BTG Pactual desde 2011, quando o antigo dono, Silvio Santos, vendeu a instituição para liquidar uma dívida de quase R$ 4 bilhões que contraiu com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e cobrir dois rombos no banco.

Veja BPAN4 na Bolsa:

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Finanças

Entenda o que é amortização e saiba como calcular

Com a amortização, o valor das parcelas é constituído por um valor fixo mais encargos, que são calculados de acordo com o saldo devedor.

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Dívidas

Muitas vezes, as empresas precisam recorrer a empréstimos, seja para pagar dívidas, adquirir matérias-primas e mercadorias ou mesmo para investir no crescimento do negócio. Contudo, os juros sobre a operação podem acabar elevando muito o valor total do empréstimo, prejudicando as finanças da empresa.

Uma opção para reduzir o valor dessa dívida é a amortização. Trata-se da flexibilização desse pagamento, que será realizado de forma parcelada, em valores fixos, durante um determinado período. Desta forma, a cada mês o saldo devedor fica menor, ou seja, é amortizado.

A amortização é calculada a partir do valor principal da dívida, ou seja, o valor que foi originalmente emprestado ou financiado, e as parcelas incluem encargos como taxas e juros. Atualmente, um dos métodos mais utilizados para a amortização de dívidas é o Sistema de Amortização Constante (SAC).

O SAC é muito comum em financiamentos de longo prazo, principalmente de imóveis. Neste método, o valor das parcelas é reduzido, à medida que a dívida é paga. Como a amortização é constante, o devedor irá pagar mensalmente o mesmo valor do principal da dívida.

Contudo, o valor dos juros varia de acordo com o saldo devedor, isto é, no que ainda falta pagar. Por isso, as parcelas são maiores no início do financiamento, e com o tempo ficam mais baratas.

Para calcular o valor da amortização, basta dividir o valor total da dívida pelo número de parcelas, e em seguida, somar os juros. Considere como exemplo um empresário que tomou um empréstimo no valor de R$ 100 mil, parcelado em 60 meses, com juros de 0,68%.

  • Valor constante da amortização: R$ 100 mil ÷ 60 meses = R$ 1.666,67;
  • 1ª parcela: R$ 1.666,67 de amortização + R$ 680 de juros (R$ 100 mil x 0,68%) = R$ 2.346,66;
  • 2ª parcela: R$ 1.666,67 de amortização + R$ 668,66 de juros (R$ 100 mil – R$ 1.666,67, valor da parcela paga, x 0,68%) = R$ 2.335,33;
  • 3ª parcela: R$ 1.666,67 de amortização + R$ 657,33 de juros (R$ 100 mil – R$ 3.333,34, valor das parcelas pagas, x 0,68%) = R$ 2.324,00;

E assim por diante. Depois dos 60 meses, o valor total de juros pago será de R$ 20.739,99.

Para escolher o método de amortização mais adequado para você ou sua empresa, é necessário estar atento ao prazo para pagamento da dívida, ao impacto dessa dívida no seu orçamento e suas condições financeiras, a fim de evitar prejuízos no futuro.

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