Economia
Atletas mulheres: Novidades no auxílio são importantes! Entenda o que mudou agora
No Dia Internacional da Mulher, foi confirmada uma mudança no auxílio que tem como principal intenção a proteção das mulheres. Confira.
No Palácio do Planalto, na data que marca o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, foi anunciada uma mudança importantíssima no auxílio dos atletas.
O anúncio foi feito pelo Ministério do Esporte, na presença da ministra da pasta e ex-jogadora de vôlei, Ana Moser, e do presidente Lula.
Essa mudança foi feita de forma a proteger as atletas do sexo feminino e impõe que a Bolsa Atleta, continue sendo pago a essas mulheres durante a gravidez.
Antes dessa mudança, esse programa contava com um termo o qual implicava que o Bolsa Atleta não seria pago durante a gravidez das atletas, isso pois essas não seriam capazes de pontuar nas competições durante esse período.
O anúncio foi feito oficialmente no Dia da Mulher, no Palácio do Planalto, no entanto, a ministra já havia comentado sobre a mudança um dia antes, adiantando a informação ao portal ge.globo.
Para a ministra Ana Moser, é de extrema importância proteger essas atletas, inclusive durante o período de gravidez, garantindo essa estabilidade financeira.
Para assegurar que isso aconteça, um projeto de lei está sendo preparado e irá garantir a proteção das atletas do sexo feminino.
Segundo ela, esse pagamento irá funcionar quase que como o salário maternidade ofertado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) às mulheres que trabalham no regime CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), pagamento esse que normalmente tem a duração de até quatro meses.
Bolsa Atleta em 2023
Em todas as categorias oferecidas pelo Bolsa Atleta, mais de 8 mil atletas serão amparadas pelo programa. No entanto, é preciso ressaltar que as regras até então em vigor ainda são aquelas impostas durante o governo Bolsonaro. As mudanças ainda não possuem uma data para entrar em vigor.
Ana Moser por sua vez, informa que as mudanças foram encaminhadas para que sejam feitos os ajustes necessários. Os atletas que devem ser beneficiados são os de esportes olímpicos e não olímpicos.
Copa do Mundo de Futebol Feminino
No evento, a ministra também comentou sobre a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, que poderá ser sediada no Brasil.
Para o país se oferecer como sede para realização do evento, é preciso se oferecer até o mês de março. Moser conta que estão em busca de meios para que o evento seja realizado no Brasil.
Para discutir a possibilidade disso acontecer, as considerações são feitas em conjunto com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

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