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JBS é processada por sindicato de trabalhadores no MS
Entidade acusa de condições degradantes.
A JBS (JBSS3) foi processada por sindicato de trabalhadores no Mato Grosso do Sul.
A entidade acusa a empresa de submeter dezenas de trabalhadores a “condições degradantes”, de acordo com os termos de uma ação civil pública.
Vale lembrar que a companhia é considerada o maior frigorífico do mundo, e a queixa do sindicato chega também aos fornecedores da empresa.
Acontece que o Sindaves, que atua em Sidrolândia, ajuizou a ação em nome de pelo menos 76 pessoas, entre elas integrantes da comunidade indígena Terena, que trabalhavam como apanhadores de frango terceirizados para a JBS em condições descritas como “análogas à escravidão”, segundo as alegações.
Seus turnos duravam até 14 horas, incluindo a viagem de e para os aviários da região, disse o líder sindical Sergio Bolzan, em entrevista por telefone. O trabalho consistia em acondicionar as galinhas vivas em caixas para transporte, algumas das quais chegavam a pesar 24 quilos, acrescentou.
A JBS é ré primária e quatro empresas são corrés no processo, mostram os documentos.
JBS (JBSS3): não notificada
A companhia informou à Reuters que não foi notificada sobre a ação e que vai apurar os fatos relatados junto ao fornecedor.
Segundo a agência, na ação o sindicato alega que os trabalhadores não tinham tempo suficiente para descanso e não foram devidamente pagos após suas demissões. Eles tampouco receberam adicional de insalubridade, o que a ação também pleiteia.
Também traz que a companhia alega manter “rígidos protocolos e controles em suas operações” para garantir que todos os seus fornecedores cumpram obrigações legais e de bem-estar dos funcionários. A JBS afirma também que são realizadas vistorias técnicas para verificar todo o processo de apanha e a regularidade das empresas prestadoras de serviços.
E conclui afirmando que o sindicato está pedindo 400 mil reais em danos morais e existenciais por trabalhador supostamente lesado, e requer ainda a participação do Ministério Público do Trabalho como “litisconsorte ativo”, mostram os documentos.

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