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Monitor do PIB aponta crescimento ‘pífio’ do PIB no segundo trimestre: 0,2%
Resultado inexpressivo reflete queda da Agropecuária e avanço modesto da Indústria e dos Serviços
Como já precificado pelo mercado, o aperto monetário continua ‘derrubando’ o ímpeto de avanço da economia, como atesta o Monitor do PIB, indicador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao apontar um crescimento ‘pífio’ de 0,2% da atividade econômica no segundo trimestre deste ano (2T23), após um avanço de 2% no trimestre anterior (1T23).
Para a coordenadora da pesquisa, Juliana Trece, “após o forte crescimento registrado no primeiro trimestre do ano, a atividade econômica mostrou desaceleração. Apesar da forte retração registrada pela agropecuária, os modestos crescimentos do setor industrial e de serviços colaboraram para o resultado positivo de 0,2% no segundo trimestre”.
A respeito do comportamento da atividade produtiva, Juliana admite que “em linhas gerais, esse resultado mostra uma certa resiliência da economia, que segue em terreno positivo mesmo com grande parte do bônus da agropecuária tendo se reduzido. Por outro lado, esse fraco crescimento também ilustra a pouca capacidade de reação da economia para crescer de forma mais robusta em um ambiente de baixo investimento, juros altos e elevado grau de endividamento das famílias”.
Ao mesmo tempo, se detalhado, o resultado da FGV mostra uma elevação de 2,3% no consumo das famílias no segundo trimestre, embora tal crescimento venha caindo, desde o final de 2022, devido a uma menor contribuição do consumo de serviços e de produtos não duráveis. Outro dado que reforça essa tendência é o fato de a formação bruta de capital fixo – indicador do nível de investimento, a exemplo da aquisição de máquinas e equipamentos – ter apresentado retração de 2,5% no 2T23.
No front externo, todavia, as exportações de bens e serviços avançaram 14,1% no segundo trimestre, em que, praticamente todos os itens da pauta externa registraram alta no período, com destaque para produtos agropecuários (30,1%) e minérios (23,8%), que responderam por 80% do desempenho.
Pela via das importações, igualmente houve expansão de 6,8% no trimestre, em especial, das compras externas de bens de consumo (29,7%) e de capital (18,2%), responsáveis por mais de 60% do resultado.
Outro indicador do desempenho econômico, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também mostrou desaceleração no 2T23, com crescimento de apenas 0,43% no trimestre de abril a junho, em relação ao trimestre anterior, que subiu 2,41%.

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