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Braskem: CPI aprova convocação de presidente
Afundamento de solo em Maceió.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Braskem (BRKM5) aprovou ontem oito convocações para depoimentos sobre os impactos ambientais decorrentes da extração mineral realizada pela empresa petroquímica Braskem em Maceió. Um dos convocados é o diretor presidente da empresa, Roberto Bischoff.
A votação dos requerimentos aconteceu durante a continuação da reunião iniciada na terça-feira (27), que foi interrompida pelo presidente da CPI, o senador Omar Aziz (PSD-AM). Além de Roberto Bischoff, os seguintes indivíduos serão obrigados a prestar depoimento perante a CPI:
- Marcelo Arantes, diretor de comunicação da Braskem;
- Thales Sampaio, coordenador dos estudos da antiga Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM, atual Serviço Geológico do Brasil), cujas conclusões responsabilizam a Braskem pelo desastre;
- Mauro Henrique Moreira Sousa, diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM);
- José Geraldo Marques, ativista ambiental, pós-doutor em meio ambiente e residente dos bairros afetados;
- Abel Galindo Marques, engenheiro civil e professor aposentado da Universidade Federal de Alagoas;
- Natallya de Almeida Levino, professora da Universidade Federal de Alagoas;
- Wolnei Wolff Barreiros, chefe da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
Braskem
Os danos causados em Maceió decorrem da extração do mineral sal-gema iniciada nos anos 1970 nos arredores da Lagoa Mundaú, na capital alagoana. Desde 2018, diversos bairros próximos às operações da Braskem, como Pinheiro, Mutange e Bom Parto, têm enfrentado danos estruturais significativos, como afundamento do solo e formação de crateras. Mais de 14 mil imóveis foram afetados e declarados impróprios para habitação. Embora as atividades de extração tenham sido encerradas em 2019, os danos persistem, impactando milhares de pessoas.
A CPI foi instaurada a partir do requerimento do senador Renan Calheiros (MDB-AL) com o objetivo de investigar os impactos legais, ambientais e sociais da atuação da mineradora Braskem no afundamento do solo em Maceió. Composta por 11 membros titulares e sete suplentes, a comissão tem prazo até 22 de maio para conduzir suas investigações, com um limite de gastos estabelecido em R$ 120 mil.
(Com Agência Senado).

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