Economia
Último dia do mês pode ser de volatilidade
Sem notícias relevantes por aqui, investidor segue ajustando a carteira para tentar garantir algum lucro no último dia do mês.
Sem notícias relevantes no front doméstico, o último dia do mês pode ser de volatilidade. Às 9h05, Ibovespa futuro registrava leve alta de 0,04% , aos 102.365 pontos mas, às 9h09, o índice caia 0,20%. Em Nova York, o índice futuro Dow Jones subia 0,11%, aos 28.639 pontos.
A notícia da semana passada de que os juros nos EUA devem permanecer por um longo tempo próximo de zero e que haverá uma maior tolerância com a inflação animaram os investidores e abriu a oportunidade de busca por ativos com maior risco e que prometem um retorno maior, como o dólar. Em um dia sem nada relevante previsto, aqui e em Nova York, os investidores podem continuar se apoiando nessas informações nesse início de semana. No entanto, o último dia do mês costuma ser de acerto das carteiras dos investidores, o que pode trazer instabilidade aos negócios.
O gestor da mesa de operações da Corretora Messem, Álvaro Villa, ressalta que aqui a questão fiscal e a expectativa com o Renda Brasil vão seguir no radar dos investidores, principalmente, porque setembro costuma ser um mês mais “vazio”. “A maioria das empresas já reportou resultados e o mercado vai olhar bastante para a questão política”, pondera. Além disso, ele lembra que o auxílio emergencial, previsto para terminar em setembro, foi essencial para o crescimento da economia.
Na sexta-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente Jair Bolsonaro se encontraram para apresentação da proposta sobre o auxílio emergencial e o Renda Brasil. A expectativa era que o presidente anunciasse a novo auxílio, o que não ocorreu. O deputado Arthur Lira, líder do Centrão, disse em uma rede social que o anúncio deve sair amanhã, dia 1º de setembro.
A questão que continuará dominando o mercado é onde o governo vai tirar dinheiro para cobrir o auxílio sem estourar o teto de gastos. Sobre o Renda Brasil, por enquanto, ainda não há um consenso. O presidente pediu ao ministro para analisar todas as oportunidades possíveis para que os programas sociais sejam mantidos.
Para o sócio da Atuação Corretora, Nicolas Balafas, o ministro deve encontrar uma forma de manter o auxílio em R$ 300,0 até o final do ano, como deseja o presidente, sem estourar o teto do gasto. “Ele deve encontrar uma maneira, remanejar verbas, ou alegar despesas extraordinárias para evitar o rompimento do teto”, avalia.

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