Economia
CEF resiste, mas acaba reajustando juros do crédito imobiliário
Instituição teve de ajustar seus percentuais, após alta sucessiva da Selic, nos últimos meses
Represadas desde o início do ano, quando a economia passou a ‘fraquejar’ e a taxa básica de juros a subir (Selic), as taxas de juros do crédito imobiliário – antigo baluarte eleitoral do mandatário de plantão – da Caixa Econômica Federal (CEF) vão ter de subir.
Linha corrigida – A partir de agora, o intervalo da linha corrigida pela Taxa Referencial (TR) – que responde pela maioria dos empréstimos – passou da faixa de 7% a 8% ao ano, para 8% a 8,99% ao ano.
Aumento em vista – Levando em conta o ponto médio da taxa, a prestação de um financiamento de R$ 300 mil deve aumentar de R$ 2.646,81 para R$ 2.879,78.
Nada a declarar – Embora a nova taxa da linha, reajustada pela TR, já tenha entrado em vigor, 23 de novembro último, o site da Caixa permanece sem fornecer detalhes sobre os reajustes das prestações, ou oferece comparativos.
Negativa até o fim – A alta dos juros do crédito imobiliária pela CEF, já vigente há pelo menos dez dias, foi sucessivamente negada pelo presidente da instituição financeira pública, Pedro Guimarães, agora em silêncio em relação à majoração e seu ‘alcance’ social.
‘Ganhar mercado’ – Nos últimos meses, Guimarães recorria à uma justificativa corporativa para ‘segurar’ artificialmente os juros, pois sua preocupação declarada era tão somente “ganhar mercado”.
Crédito a ‘rodo’ – Diante da necessidade óbvia de a CEF alinhar suas taxas às do mercado, o dirigente rapidamente mudou o foco das atenções para o montante de recursos oferecido ao público, “a quem não deve faltar crédito, o qual deve crescer da ordem de 10%, no próximo ano”.
Taxa fixa lidera – Enquanto a linha de crédito imobiliário, corrigida pela Poupança, continua com taxas a partir de 2,95% ao ano, à atrelada ao IPCA teve seu intervalo elevado de 3,55% a 4,95% ao ano, para 3,95% e 4,95% ao ano. Já a modalidade de financiamento com taxa fixa foi a que sofreu maior aumento, pois seu intervalo subiu de 8,25% a 9,75%, para 9,75% a 10,75% ao ano. Bradesco, Itaú e Santander já subiram, duas vezes, suas taxas de juros imobiliários.
Juro prefixado – A mexida na taxa imobiliária ocorre após o lançamento, em março deste ano, de nova modalidade de financiamento, baseada em juro prefixado. Atualmente, a Caixa disponibiliza duas linhas de crédito: uma corrigido pela Taxa Referencial (TR) e outra pelo índice oficial de inflação, o IPCA, inovação feita pelo banco.

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