Tecnologia
Ferramentas digitais auxiliam fundos de investimento a vencer desafios do mercado
Inteligência Artificial e big data são tecnologias inovadoras essenciais à tomada de decisão pelo investidor
Em momentos de incerteza como o atual, a aplicação de ferramentas digitais, como a Inteligência Artificial (IA) e big data, em modalidades de fundos de investimento, pode servir como aliado na superação dos desafios do mercado, no país e no exterior.
Identificar tendências – A vantagem do uso dessas ferramentas, pautadas por gestão quantitativa, é a possibilidade de utilizar dados macro e microeconômicos históricos, a fim de identificar tendências.
Quantidade grande de dados – Dessa forma, os modelos baseados nessa tecnologia fazem o mesmo que um bom gestor faz, com a diferença de trabalhar com uma quantidade muito maior de dados do que uma pessoa conseguiria.
Algoritmos dependem do homem – De qualquer modo, o elemento humano continua sendo fundamental, para gerar os algoritmos que servirão de base para o processamento de dados.
‘Cabeça do gestor’ – “Quando falamos em gestão quantitativa, a ênfase em modelagem e matemática é maior do que em outros sistemas ou processos de investimentos tradicionais, que são 100% discricionários, baseados apenas na ‘cabeça’ do gestor”, explica o sócio da Alphatree Capital, José Romeu Robazzi.
Recurso valioso – Já o gestor da ASA Investments, Alessandro del Drago, assinala que a IA é um recurso valioso para uma tomada de decisão sistematizada, uma vez que lida com milhões de dados.
‘Sentimento das postagens’ – “Se o input de um gestor é acompanhar o twitter, por exemplo, o modelo vai verificar milhões de tuítes por dia. É possível apurar o sentimento dessas postagens, inferir se são negativos ou positivos para uma determinada ação que influencia o mercado”, revela del Drago, ao acrescentar que, a partir da IA, “a função do homem deixa de ser a de decisão da ponta no dia a dia e passa ser a de montar um processo decisório que seja ainda mais eficiente”.
Definição de tendências – Mediante a utilização de modelos matemáticos e de diversos testes que utilizam dados macro e microeconômicos históricos, podem ser definidas tendências, em paralelo aos chamados ‘vieses’ de mercado.
Mente complexa – “A mente humana é extremamente complexa, o que significa que as pessoas conseguem incorporar uma multiplicidade de informações em um processo de decisão, que nem sempre ocorre de forma óbvia e linear”, assinala Robazzi, ao ressalvar, porém, que “o modelo matemático, se por um lado ele não possui viés, por outro, é limitado”.
Modelo refeito – O sócio da Alphatree Capital explica, ainda, que “no momento em que você constrói o modelo e escolhe o que irá colocar nele, pode ser que algum ponto importante seja deixado de lado e aí o modelo precisará ser refeito, o que demanda tempo”.
Padrões inconscientes – Recém-lançado pela Clear Corretora, o ‘Personal Trader’ é o apelido da Assistente de Inteligência Artificial (AIA), que identifica padrões de comportamento inconsciente do operador, além de fornecer relatórios e dicas para auxiliar na performance.
“Máquina avisa – Atualmente, a AIA identifica padrões dos usuários que podem impactá-los negativamente e os avisa para que interrompam esse comportamento em trading de renda variável”, afirma o líder de produtos digitais da XP, Yan Fernandes.
‘Modelo de interpretação’ – “A ideia é garantir que o resultado siga diretrizes que são fundamentais. Além disso, conforme a IA vai se tornando mais complexa, lançamos mão de uma tática chamada de ‘modelo de interpretação’, por meio da qual a IA estuda e monitora decisões de outra IA para garantir que não sejam tomadas decisões prejudiciais”, assinala Fernandes. Até mesmo o ‘otimismo exagerado’ dos investidores pode ser contido pelo uso da tecnologia, que permite um gerenciamento de riscos adequado.
Dezenas de modelos – Sempre atento às oscilações de mercado, o fundo quantitativo Giant Zarathustra trabalha com dezenas de modelos diferentes (câmbio, juros, bolsa e commodities), tanto no nível local quanto internacional.
Coleta de prêmios de risco – Operando ativos internacionais de 45 países, o fundo Canvas Vector, por sua vez, busca coletar prêmios de risco nas diversas classes de ativos existentes no mercado, com perfil de longo prazo.
Fundo pioneiro – Fundo sistemático e quantitativo pioneiro, voltado para renda fixa no Brasil, o Kadima IMA-B destina-se ao público, em geral, e possui taxa de administração de 0,80%, além de cobrar uma taxa de performance de 20% sobre o IMA-B.

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