Criptomoedas
Brasil irá regulamentar criptomoedas em 2022
Como as criptomoedas vem sendo utilizadas pelo mundo todo, o Brasil não poderia ficar de fora dessa. Entenda o que irá contecer!
As criptomoedas vem tornando-se utilizadas pelos mais variados públicos, com foco em investidores que optam por assumir esses criptoativos como forma de aumentar seu patrimônio. As criptomoedas são, basicamente, moedas digitais descentralizadas geradas em uma rede blockchain a partir de um determinado sistema avançado de criptografia que, em suma, protege as transações feitas com esses ativos bem como as informações e os dados de quem faz essa movimentação de dinheiro. Em vista disso, o Banco Central Brasileiro, ainda em 2022, pretende regulamentar as criptomoedas no território nacional.
Muitas pessoas não sabem, mas o Brasil está entre os cinco países no mundo todo com o maior número de investidores em criptomoedas, ficando atrás somente da Índia, dos EUA, da Rússia e da Nigéria. Na B3, o número de investidores em criptoativos supera a casa dos R$4 milhões de investidores. é importante salientar, também, que a criptomoeda mais utilizada no Brasil é o Bitcoin.
De acordo com o Tasso Lago, gestor de fundos privados em criptomoedas e fundador da Financial Move, escola de educação financeira, faz algum tempo que o Brasil é importante no mercado de criptomoedas, posicionando-se, também, como o país mais importante nesse tipo de investimento na América Latina.
“O mercado chegou a movimentar cerca de U$11 bilhões de dólares entre janeiro e novembro de 2021, considerando apenas os trades em Bitcoin, de acordo com a Receita Federal. Também o brasileiro tem cerca de U$50 bilhões investidos em cripto e apenas U$16 bilhões em ações norte-americanas. Além disso, o ETF HASH 11 ultrapassou o ETF BOVA11 em número de cotistas com apenas alguns meses de existência”, relata Lago.
Não obstante, de acordo com o economista e fundador da Cripto Mestre, Felipe Veloso, diante da desvalorização do real em relação ao dólar, o Bitcoin tornou-se bem atrativo para os investidores brasileiros, “o O brasileiro tem se interessado cada vez mais por essa classe de ativos, o que tem chamado a atenção de grandes investidores internacionais. Uma prova disso foi o investimento de US$ 200 milhões feito pelo Softbank na maior corretora brasileira, a Mercado Bitcoin, em julho de 2021”, relata.
Contudo, o que se sabe, ao certo, é que em algum momento irá regulamentar as transações com criptomoedas. De acordo com Andrey Nousi, CFA e fundador da Nousi Finance, “muitos outros países já começam a falar sobre a possibilidade de usar Bitcoin como meio de pagamento, como El Salvador fez. Outra coisa que devemos ver crescendo muito ainda é o desenvolvimento de Metaversos atraindo empresas (Facebook, Nike e Adidas são algumas das que já estão atuando nesse ecossistema). Do ponto de vista de performance, vai depender muito do cenário macroeconômico nos EUA. Se a inflação permanecer alta, obrigará o FED, banco central dos EUA, a acelerar o aumento de juros, o que colocará pressão em todos os ativos de risco como as criptos”.

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