Economia
A surpreendente saída dos pioneiros do Bolsa Família: descubra os motivos
Descubra como o Bolsa Família foi capaz de mudar a realidade da maioria dos primeiros beneficiários do programa.
O Bolsa Família, um dos programas de transferência de renda mais emblemáticos do Brasil, completou recentemente 20 anos de existência. Nesse período, ele desempenhou um papel vital na redução da pobreza e na promoção da inclusão social em todo o país.
Um estudo recente realizado pela Fundação Getúlio Vargas em colaboração com o Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS) revela uma tendência notável: a maioria dos primeiros beneficiários do Bolsa Família, que ingressou no programa entre 7 e 16 anos, conquistou sua independência financeira ao chegar à idade adulta.
Bolsa Família e a importância do programa para a realidade brasileira
O programa Bolsa Família, como muitos sabem, não se trata de uma iniciativa recente, sendo apenas retomado com a volta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao cargo de chefe do Poder Executivo federal. Na realidade, o programa de transferência de renda data de 20 de outubro de 2003, quando foi instituído pela Medida Provisória 132 do mesmo ano.
A intenção da pesquisa mencionada foi de averiguar se houve e, caso fosse confirmado, como se deu a mobilidade social na parte inferior da pirâmide econômica financeira do Brasil após a implementação do popular programa de transferência de renda.
Foram verificados dados de beneficiários que tinham de 7 a 16 anos até o mês de dezembro de 2005, que passaram por acompanhamento por quase 15 anos, até 2019.
Assim, ficou possível avaliar a porcentagem de pessoas que foram capazes de se emancipar dos programas sociais do governo federal, bem como a eventual entrada no mercado de trabalho.
Com base nos resultados, foi possível aferir que 64% dos membros mais jovens à época, que hoje se encontram entre os 21 e 30 anos, não fazem mais parte do Cadastro Único, a base de informações do governo federal envolvendo pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza.
Deste percentual, 45% das pessoas conseguiram ingressar formalmente no mercado de trabalho, isto é, com a carteira assinada, pelo menos uma vez entre os anos de 2015 e 2019. Esses e outros dados serão abordados pelo ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, em breve, durante evento público.

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