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A taça da coragem: Você beberia o vinho mais antigo do mundo?
Do túmulo romano à taça: Será que o vinho de 1.700 anos é seguro para beber? Qual o segredo por trás dele? Descubra aqui!
Se você é um amante de vinhos, certamente já ouviu falar sobre a importância do armazenamento adequado para que essas bebidas alcancem seu máximo potencial de sabor.
Mas e se você soubesse que existe um vinho que está armazenado há mais de 1.700 anos e ainda pode ser consumido? Esse é o caso do Römische Wein Von Speyer, o vinho mais antigo do mundo, encontrado em um túmulo romano e mantido em uma garrafa selada com cera.
Embora possa parecer pouco convidativo, esse vinho intrigou pesquisadores e especialistas em vinhos por anos. Hoje, vamos explorar mais sobre essa relíquia e responder à pergunta que todos estão se fazendo: Será que eu teria coragem de beber o vinho mais antigo da história do mundo?
O vinho mais antigo do mundo
O vinho é uma das bebidas alcóolicas mais antigas e consumidas no mundo. Ao longo dos milhares de anos de história da humanidade, o processo de produção do vinho se aprimorou e se sofisticou, e hoje em dia, há uma grande variedade de opções disponíveis no mercado para todos os gostos e ocasiões.
Foto: Pexels
Em uma das muitas pesquisas arqueológicas realizadas ao redor do mundo, os estudiosos encontraram algo surpreendente: uma garrafa de vinho com aproximadamente 1.700 anos de idade, exposta no Museu Histórico da Alemanha, em Speyer.
Embora o líquido dentro da garrafa não pareça muito apetitoso, os pesquisadores afirmam que ele é completamente seguro para o consumo humano, sem riscos de contaminação microbiana.
A cera utilizada para selar a garrafa foi fundamental para preservar o vinho ao longo de tantos séculos, e se tivesse sido utilizada cortiça, o líquido já teria perdido todas as suas propriedades alcoólicas há muito tempo.
Embora a descoberta tenha gerado grande curiosidade entre os estudiosos de vinho, os pesquisadores decidiram manter a garrafa intacta a fim de preservar o conteúdo, que corre risco de deterioração, se for aberto.
A responsabilidade de cuidar da garrafa foi confiada a Ludger Tekampe, que afirma que o líquido permaneceu inalterado desde a sua descoberta e pode ser consumido sem problemas. E aí, você encararia?

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