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Agronegócio

Abate de frangos em Goiás é recorde

Crescimento de 29,5% registrado entre abril e junho foi o melhor resultado para o período desde 1997

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A pecuária goiana é destaque no segundo no segundo trimestre de 2021. Entre abril e junho, o abate de frango registrou crescimento de 29,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, o que equivale a 112,78 milhões de cabeças abatidas. O maior número da história dos segundos trimestres desde 1997, segundo a Estatística da Produção Pecuária do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A produção de carcaça também teve alta de 42,9% na comparação com os meses de abril, maio e junho de 2020, chegando a 271,93 mil toneladas.

Com relação ao abate de bovinos, Goiás foi além da média nacional. Foram 780,78 mil cabeças abatidas. Enquanto o país registrou queda de 4,4% na comparação entre os segundos trimestres deste ano e do ano anterior, o Estado cresceu 21,4% em relação ao primeiro trimestre de 2021 e 11,6% em relação ao segundo trimestre de 2020.

Da mesma forma, a suinocultura também pode comemorar os números positivos. 487,78 mil foram abatidas em Goiás no segundo trimestre, o que representa um crescimento de 17,6% na comparação com o mesmo período de 2020.

Segundo o o superintendente de Produção Rural Sustentável da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Donalvam Maia, o crescimento da pecuária goiana no segundo trimestre mostra que o Estado tá no no caminho certo. “O produtor soube aproveitar as oportunidades que surgiram e supriu tanto o mercado interno quanto o externo com proteína de qualidade”, diz.

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Agronegócio

Produtores atrasam colheita de mandioca por conta da estiagem

A estiagem tem prejudicado o desenvolvimento da planta, causando estragos irreversíveis

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No Centro-Oeste do Estado de São Paulo, a estiagem tem prejudicado o desenvolvimento da mandioca. Muitos produtores atrasaram a colheita por conta da terra seca. A raiz da planta não se desenvolve como deveria sem umidade, e com isso causa estragos irreversíveis no alimento.

A mudança climática animou os produtores da planta, mesmo com baixa produtividade. Antigamente, em Echaporã (SP), a produtividade por pé era em média de quatro quilos e meio. Atualmente, a produtividade fica em torno de um quilo e seiscentos gramas.

Nas regiões de Assis e Marília (SP), segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA), mais de 15 mil hectares foram plantados de mandioca para indústria, com um recorde de produção de mais de 500 mil toneladas, no ano anterior.

Porém, por conta do clima, os números anteriores não irão se repetir desta vez. Se a situação rural for complicada, os números vão acabar se refletindo nas indústrias. Uma fábrica de farinha produz 450 toneladas por mês, no município de Garça (SP).

A colheita de mandioca está sendo feita com três meses de atraso na propriedade do produtor Nelson José Guieiro. O agricultor afirmou que foi melhor esperar um tempo a mais, pois é preciso que a terra esteja fofa e molhada. Com isso, assim que veio a primeira chuva, Nelson aproveitou para fazer a colheita.

Além do atraso, o plantio da nova roça também foi prejudicado.

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Agronegócio

Ministério da Agricultura regulamenta uso de drones em atividades agropecuárias

Equipamentos devem estar regularizados junto a Anac e os operadores devem ter um curso destinado a aplicação aeroagrícola remota e ter registro no Sipeagro.

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), regulamentou o uso de drones em atividades agropecuárias por meio da Portaria número 298 publicada no Diário Oficial da União.

Segundo o comunicado do Ministério, o objetivo do regulamento é simplificar e adaptar os requisitos legais às condições específicas da tecnologia. Aeronaves remotamente pilotadas (ARP), ou drones, serão usadas para aplicar pesticidas, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes.

Os drones devem estar regularizados junto a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e os operadores devem ter um curso destinado a aplicação aeroagrícola remota e ter registro no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimento Agropecuários (Sipeagro).

A atividade pode ou deve ser coordenada por algum responsável técnico, engenheiro agrônomo ou engenheiro florestal, dependendo do caso.

Além disso, de forma a ser auditados, sempre que necessário, o processo de aplicação deve envolver a segurança operacional, o preparo da substância, o monitoramento das condições ambientais e o registro e arquivamento dos dados, de acordo com a nota.

De acordo com Uéllen Lisoki, chefe da Divisão de Aviação Agrícola, “esperamos que a normativa traga a segurança jurídica necessária para os operadores, ao mesmo tempo que garanta a harmonização e a segurança das operações e uso responsável da tecnologia. A norma também servirá como um ‘norte’ para a coordenação e a fiscalização das atividades, tanto por parte do Mapa, como por parte dos órgãos estaduais, responsáveis pela fiscalização do uso de agrotóxicos”.

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Agronegócio

Frente Parlamentar é instalada na olivicultura do Rio Grande do Sul

A criação da Frente Parlamentar deve trazer uma força política importante para o desenvolvimento da olivicultura no Estado

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Na última semana, uma grande cerimônia aconteceu no Hotel Recanto Business Center, em Restinga Seca (RS), para realizar a instalação da Frente Parlamentar das Oliveiras, a fim de dar mais visibilidade à produção de azeitonas e ao azeite extravirgem produzidos no Rio Grande do Sul. Nos últimos anos, a olivicultura foi um dos setores que mais cresceu no estado.

Produtores, empresários, entidades, setor público e o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), apoiam a iniciativa. O Deputado Estadual, Beto Fantinel (presidente da Frente Parlamentar), o Conselheiro Honorário da Fundação Antonio Meneghetti, Roberto Argenta, e o Presidente do Ibraoliva, Renato Fernandes, estão na linha de frente.

De acordo com o deputado Fantinel, “nosso objetivo é apoiar o setor por meio da instalação de grupos de trabalho que contemplarão incentivos fiscais, acesso ao crédito rural, suporte técnico, produção de mudas e extensionistas, para esclarecer e ampliar a diversificação no cultivo na matriz produtiva agrícola. Além de habilitar novos produtores, principalmente na agricultura familiar de pequeno e médio porte”.

A criação da Frente Parlamentar deve trazer uma força política importante para o desenvolvimento da olivicultura no estado, de acordo com Renato Fernandes, presidente do Ibraoliva.

Fernandes ainda ressalta que, “o que presenciamos aqui em Restinga Seca será um marco para a olivicultura gaúcha e brasileira. Essa força política aliada ao trabalho sério e dedicado dos olivicultores vai consolidar ainda mais um produto nacional, que já é destaque internacional, além de impulsionar todos os seguimentos que atuam na olivicultura, como o turismo, por exemplo”.

Nomes como Ernani Polo, que ocupa a vice-presidência, Gabriel Souza (MDB), presidente da Assembleia Legislativa, Patrícia Alba (MDB), Clair Kuhn (MDB), Carlos Burigo (MDB), Vilmar Zanchin (MDB), Dalciso de Oliveira (PSB), Ruy Irigaray (PSL), Gilberto Capoani (MDB), Giuseppe Riesgo (NOVO), e os secretários estaduais de Turismo e de Desenvolvimento Econômico, Ronaldo Santini (do PTB e deputado federal licenciado) e Edson Brum (MDB), também fazem parte da Frente Parlamentar.

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