Conecte-se conosco

Economia

AgroGalaxy (AGXY3) conclui IPO na sede da B3

AgroGalaxy e B3 celebram parceria de sucesso

Publicado

em

Site da Agrogalaxy

Atuante na comercialização de insumos agrícolas, produção de sementes, originação, armazenamento e comercialização de grãos, além de prestação de serviços agrícolas, a AgroGalaxy (AGXY3) concluiu, nessa segunda-feira (26), sua oferta pública inicial (IPO) na B3.

Realizado na sede da B3, no centro da Capital paulista, o evento que marcou o ingresso da companhia no mercado de capitais brasileiro contou com a presença do vice-presidente de Tecnologia e Segurança Cibernética da B3, Rodrigo Nardoni, o CEO do AgroGalaxy, Welles Pascoal, assim como por executivos da empresa e do Fundo Aqua Capital.

Realizada nos termos da ICVM 400, no segmento do Novo Mercado, a oferta teve coordenação dos bancos Itaú BBA (Coordenador Líder), JP Morgan, UBS BB, XP Investimentos e Banco ABC (Coordenadores da Oferta).

Captados por meio de oferta primária, os recursos auferidos se destinam a investimento em capital de giro, assim como para reforço da estrutural de capital, investimento em crescimento orgânico e inorgânico, digitalização, investimento e modernização das unidades de produção.

Parceira de jornada – “Para escrever um novo capítulo da sua história, o AgroGalaxy escolheu a B3 como parceira nessa jornada, aumentando também a representatividade do agronegócio na nossa bolsa. É muito bom saber que podemos ajudar esse setor tão fundamental e de tanto impacto para desempenho da economia brasileira”, teria afirmado Nardoni, pela conquista.

O CEO da AgroGalaxy, Welles Pascoal, não escondeu a emoção durante a cerimônia. “Estou curtindo muito este momento. Fiquei orgulhoso de ser brasileiro e ver que meu país tem empresas como a B3, que fazem um trabalho neste nível. Vamos dar o melhor de cada um de nós para fazer com que a empresa realmente tenha sucesso.

A importância do agronegócio foi ressaltada pelo presidente do Conselho de Administração do AgroGalaxy e sócio fundador do Fundo Aqua Capital, Sebastian Popik. “Nós acreditamos em um Brasil competitivo, onde o agronegócio é protagonista, trazendo produtividade e riqueza para os lares brasileiros”.

Mais adiante, Popik ressaltou que “a nossa missão é trazer produtividade para que o produtor agrícola possa ser a melhor versão de si mesmo. Fazemos isso ofertando muito mais do que produtos, levamos serviços, crédito, soluções, tecnologias e carinho para apoiar o produtor nas decisões difíceis da lavoura”.

Caso deseje, acesse as estatísticas e histórico de Ofertas Públicas e IPOs da B3.

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Empresas

PetroRecôncavo: Ativo industrial de Guamaré passará por manutenção

Petroleira

Publicado

em

A PetroRecôncavo informou que recebeu comunicado da Petrobras dando conta de que o ativo industrial de Guamaré (RN) passará por manutenção planejada, conforme comunicado encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, trata-se da UPGN-III e a manutenção visa adequações necessárias ao cumprimento da NR-13 (Norma Regulamentadora 13 – Caldeiras e Vasos De Pressão).

Também disse que a manutenção está prevista para ocorrer entre os dias 28 de setembro e 11 de outubro, e a Petrobras informa que não receberá gás no referido período.

De acordo com a empresa, sua produção de óleo não deverá ser afetada e a produção de gás não associado do Ativo Potiguar será fechada, de modo a preservar as reservas durante o período.

PetroRecôncavo informa que ativo industrial de Guamaré passará por manutenção planejada

A PetroRecôncavo está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker RECV3.

Veja o documento:

PetroRecôncavo informa que ativo industrial de Guamaré passará por manutenção planejada

Continue lendo

Commodities

Eneva (ENEV3) assina acordo com GVA para operar Tepor

Companhia de energia responderá pela operação do Terminal Portuário de Macaé

Publicado

em

Crédito: Eneva

Nova iniciativa que se insere no plano de diversificação de operações no restante do país, a Eneva (ENEV3) anunciou, nessa terça-feira (28), a assinatura de acordo de exclusividade com o Grupo Vale Azul Participações (GVA), para a formação da joint venture responsável pelo desenvolvimento e operação do projeto do Terminal Portuário de Macaé (Tepor), no Rio de Janeiro.

Eneva é majoritária – Caso o acordo se confirme – condicionado a estudos técnicos e de viabilidade financeira – a joint venture contará com uma participação de 65% da Eneva, como acionista controlador, ficando os 35% restantes com a GVA. Outra repercussão relevante do acordo é que ele garante a Eneva direitos para analisar e negociar, de forma exclusiva, a entrada do projeto até dezembro de 2022.

Projeto diversificado – O projeto integrado de gás natural inclui também, um terminal de granel líquido, um terminal de apoio marítimo, outro de gás natural liquefeito (GNL) – com capacidade para movimentar diariamente 21 milhões de metros cúbicos por dia – e mais um terminal para manuseio de operações de petróleo bruto.

UPGN na fila – Mais à frente, mas fora da transação, será a vez da construção de uma unidade de processamento de gás natural (UPGN), conforme licença ambiental prévia obtida para o empreendimento de infraestrutura e logística.

Marco de entrada – Além disso, o novo empreendimento constitui o marco de entrada da Eneva nesse mercado da região Sudeste, uma vez que a companhia só desenvolvia projetos de geração de energia elétrica integrada à produção de gás natural (gas-to-wire) no Norte e Nordeste.

Diversificação geográfica – De acordo com a Eneva, o projeto desenvolvido em Macaé faz parte da estratégia de diversificar geograficamente as operações, o que inclui o desenvolvimento de um hub de gás no Sudeste, junto a térmicas, infraestruturas associadas, sem contar o suprimento de GNL, por meio do terminal de regaseificação.

Potencial do Tepor – A companhia de energia destaca, ainda, o grande potencial do Tepor, no sentido de acessar gás produzido no país, pois se situa próximo ao Terminal de Cabiúnas e à chegada na costa do gasoduto Rota 2, pelo qual é levado o gás natural do pré-sal da Bacia de Santos à costa.

Distribuição de GNL – “Adicionalmente, se concretizada, a transação dará a Eneva a opção de desenvolvimento de outros negócios no Tepor, como a distribuição de GNL em pequena escala, transbordo de óleo, líquidos e outras cargas”, acrescentou, em nota, a companhia.

Continue lendo

Empresas

Petrobras assina contrato para arrendamento do Terminal de GNL da Bahia

Operação de R$102 mi

Publicado

em

A Petrobras assinou contrato para arrendamento do Terminal de GNL da Bahia, conforme documento encaminhado ao mercado.

De acordo com a petroleira, trata-se de transação com a empresa Excelerate Energy Comercializadora de Gás Natural Ltda. (Excelerate) acerca de contrato de arrendamento do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia (TR-BA) e instalações associadas, no valor de aproximadamente R$ 102 milhões, com vigência até dezembro de 2023, além dos demais contratos acessórios associados ao processo.

Também disse que a iniciativa é um importante passo para o processo de abertura e aumento da competitividade do segmento de gás natural no Brasil e está prevista no Termo de Compromisso de Cessação (TCC) firmado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para construção de um ambiente favorável à entrada de novos investidores no setor.

Petrobras

Ainda de acordo com o documento, com a conclusão da negociação, a Excelerate está buscando, com o apoio da Petrobras, a transferência das licenças e autorizações necessárias para a operação de um novo navio regaseificador no TR-BA.

“Tão logo a nova empresa esteja apta a operar, a Petrobras deslocará o seu navio regaseificador que se encontra no TR-BA para o Terminal de Regaseificação de GNL de Pecém, no Ceará”, destacou.

A Petrobras está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker PETR4.

Veja o documento:

Petrobras assina contrato para arrendamento do Terminal de GNL da Bahia

Continue lendo

MAIS ACESSADAS