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Agronegócio

Agronegócio brasileiro bate recorde em exportações

Exportações brasileiras atingiram o mesmo patamar de 10 bilhões de dólares para os meses de agosto somente no ano de 2013

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Nesta terça-feira (14), o Ministério da Agricultura, informou que a alta de preços na exportação do agronegócio brasileiro elevou a receita em 26,7% para 10,90 bilhões de dólares, sendo assim o melhor agosto da história.

De acordo com a pasta, as exportações do agronegócio do Brasil atingiram o mesmo patamar somente no ano de 2013. Com a alta dos preços internacionais, as importações de produtos como o trigo e o óleo de palma também tiveram alta de cerca de 37,2% para 1,25 bilhão de dólares.

Em relação ao mesmo período de 2020, a soja em grãos, farelo e óleo, sendo o principal setor exportador brasileiro também atingiu alta de 53,6%, chegando a 4 bilhões de dólares.

Segundo o Ministério, no mês de agosto, o volume exportado de celulose bateu recorde com 1,35 milhão de toneladas, uma alta de 6,9%. As exportações do item foram as mais importantes, com alta de 47,2%, chegando a 610,67 milhões de dólares. Além disso, o setor de produtos florestais atingiu alta de 40,5%, com cerca de 1,25 bilhão de dólares.

De acordo com estudos, a oferta, demanda e custos da produção mundial das carnes resultaram em expansão de 4,2% no volume das vendas externas, e na alta dos preços médios de exportação das carnes que subiram cerca de 34,8%.

Em agosto de 2021, a exportação de carne bovina brasileira totalizou 1,17 bilhão de dólares, alta de 55,6%. Desde o início da série histórica em 1997, os volumes cresceram 10,1% e as vendas externas de carne somaram 2,09 bilhões de dólares no mês de agosto, marca inédita com alta de 40,5%.

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Agronegócio

Produtores atrasam colheita de mandioca por conta da estiagem

A estiagem tem prejudicado o desenvolvimento da planta, causando estragos irreversíveis

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No Centro-Oeste do Estado de São Paulo, a estiagem tem prejudicado o desenvolvimento da mandioca. Muitos produtores atrasaram a colheita por conta da terra seca. A raiz da planta não se desenvolve como deveria sem umidade, e com isso causa estragos irreversíveis no alimento.

A mudança climática animou os produtores da planta, mesmo com baixa produtividade. Antigamente, em Echaporã (SP), a produtividade por pé era em média de quatro quilos e meio. Atualmente, a produtividade fica em torno de um quilo e seiscentos gramas.

Nas regiões de Assis e Marília (SP), segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA), mais de 15 mil hectares foram plantados de mandioca para indústria, com um recorde de produção de mais de 500 mil toneladas, no ano anterior.

Porém, por conta do clima, os números anteriores não irão se repetir desta vez. Se a situação rural for complicada, os números vão acabar se refletindo nas indústrias. Uma fábrica de farinha produz 450 toneladas por mês, no município de Garça (SP).

A colheita de mandioca está sendo feita com três meses de atraso na propriedade do produtor Nelson José Guieiro. O agricultor afirmou que foi melhor esperar um tempo a mais, pois é preciso que a terra esteja fofa e molhada. Com isso, assim que veio a primeira chuva, Nelson aproveitou para fazer a colheita.

Além do atraso, o plantio da nova roça também foi prejudicado.

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Agronegócio

Ministério da Agricultura regulamenta uso de drones em atividades agropecuárias

Equipamentos devem estar regularizados junto a Anac e os operadores devem ter um curso destinado a aplicação aeroagrícola remota e ter registro no Sipeagro.

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), regulamentou o uso de drones em atividades agropecuárias por meio da Portaria número 298 publicada no Diário Oficial da União.

Segundo o comunicado do Ministério, o objetivo do regulamento é simplificar e adaptar os requisitos legais às condições específicas da tecnologia. Aeronaves remotamente pilotadas (ARP), ou drones, serão usadas para aplicar pesticidas, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes.

Os drones devem estar regularizados junto a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e os operadores devem ter um curso destinado a aplicação aeroagrícola remota e ter registro no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimento Agropecuários (Sipeagro).

A atividade pode ou deve ser coordenada por algum responsável técnico, engenheiro agrônomo ou engenheiro florestal, dependendo do caso.

Além disso, de forma a ser auditados, sempre que necessário, o processo de aplicação deve envolver a segurança operacional, o preparo da substância, o monitoramento das condições ambientais e o registro e arquivamento dos dados, de acordo com a nota.

De acordo com Uéllen Lisoki, chefe da Divisão de Aviação Agrícola, “esperamos que a normativa traga a segurança jurídica necessária para os operadores, ao mesmo tempo que garanta a harmonização e a segurança das operações e uso responsável da tecnologia. A norma também servirá como um ‘norte’ para a coordenação e a fiscalização das atividades, tanto por parte do Mapa, como por parte dos órgãos estaduais, responsáveis pela fiscalização do uso de agrotóxicos”.

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Agronegócio

Frente Parlamentar é instalada na olivicultura do Rio Grande do Sul

A criação da Frente Parlamentar deve trazer uma força política importante para o desenvolvimento da olivicultura no Estado

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Na última semana, uma grande cerimônia aconteceu no Hotel Recanto Business Center, em Restinga Seca (RS), para realizar a instalação da Frente Parlamentar das Oliveiras, a fim de dar mais visibilidade à produção de azeitonas e ao azeite extravirgem produzidos no Rio Grande do Sul. Nos últimos anos, a olivicultura foi um dos setores que mais cresceu no estado.

Produtores, empresários, entidades, setor público e o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), apoiam a iniciativa. O Deputado Estadual, Beto Fantinel (presidente da Frente Parlamentar), o Conselheiro Honorário da Fundação Antonio Meneghetti, Roberto Argenta, e o Presidente do Ibraoliva, Renato Fernandes, estão na linha de frente.

De acordo com o deputado Fantinel, “nosso objetivo é apoiar o setor por meio da instalação de grupos de trabalho que contemplarão incentivos fiscais, acesso ao crédito rural, suporte técnico, produção de mudas e extensionistas, para esclarecer e ampliar a diversificação no cultivo na matriz produtiva agrícola. Além de habilitar novos produtores, principalmente na agricultura familiar de pequeno e médio porte”.

A criação da Frente Parlamentar deve trazer uma força política importante para o desenvolvimento da olivicultura no estado, de acordo com Renato Fernandes, presidente do Ibraoliva.

Fernandes ainda ressalta que, “o que presenciamos aqui em Restinga Seca será um marco para a olivicultura gaúcha e brasileira. Essa força política aliada ao trabalho sério e dedicado dos olivicultores vai consolidar ainda mais um produto nacional, que já é destaque internacional, além de impulsionar todos os seguimentos que atuam na olivicultura, como o turismo, por exemplo”.

Nomes como Ernani Polo, que ocupa a vice-presidência, Gabriel Souza (MDB), presidente da Assembleia Legislativa, Patrícia Alba (MDB), Clair Kuhn (MDB), Carlos Burigo (MDB), Vilmar Zanchin (MDB), Dalciso de Oliveira (PSB), Ruy Irigaray (PSL), Gilberto Capoani (MDB), Giuseppe Riesgo (NOVO), e os secretários estaduais de Turismo e de Desenvolvimento Econômico, Ronaldo Santini (do PTB e deputado federal licenciado) e Edson Brum (MDB), também fazem parte da Frente Parlamentar.

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