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Fundos Imobiliários - FII's

Alta da inflação pode elevar dividendos de três fundos imobiliários

Com IGP-M em alta, alguns FIIs podem lucrar mais, rendendo quase 9% nos últimos 12 meses.

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Fundo imobiliário

O aumento da inflação no Brasil, impulsionada pela crise da pandemia de Covid-19, abriu espaço para oportunidades de aplicações em fundos imobiliários (FIIs). Segundo relatórios e analistas do mercado financeiro, os papéis desses ativos com maior exposição a indexadores inflacionários, como o Índice Geral dos Preços do Mercado (IGP-M), devem ser mais favorecidos mais adiante.

A razão é que o indicador, nomeado como “inflação do aluguel”, agrupou 14,4% de janeiro a setembro deste ano, percentual mais alto das últimas décadas para o período. No ano passado, o IGP-M finalizou reunindo 7,32%.

O contexto de alta pode acarretar no aumento de aluguéis e títulos com correção pela inflação, beneficiando os FIIs com contratos atípicos (uma década ou mais), que não estimam revisão de custos. Igual vantagem é para fundos com contratos típicos, mas nesse caso há ameaça dos locatários solicitarem renegociação de quantias. 

Dessa forma, existem três fundos imobiliários mais promissores em outubro, possuindo cada um perfil específico. O primeiro deles é o fundo que investe em loteamentos residenciais e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), em várias regiões brasileiras. Só em um ano, seu dividend yield foi de 8,99%, entregando 4,93% apenas entre abril a setembro deste ano, no meio da pandemia.

Outro caso de FII, que apresenta rentabilidade de 5,7%, em comparação a cota atual, são os fundos imobiliários de galpões logísticos. Com único ativo de 12 meses, isento de imposto de renda, é um excelente negócio e com pouco risco de inadimplência. 

Por fim, um fundo que pode aperfeiçoar os ganhos de sua carteira é o da área de shoppings. Ainda, de acordo com os analistas, os dividendos desse FII podem alcançar rendimento de 6% ao ano, com o retorno total das atividades. 

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