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Investimentos

Alta da Selic cresce rentabilidade: Quanto rende R$ 1.000 no Inter?

Remuneração de uma das maiores fintechs do país acompanha as variações da taxa básica de juros; veja algumas simulações.

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Banco Inter

O Banco Inter é uma das principais fintechs do país na atualidade. Por este motivo, muitas pessoas decidem aplicar seu dinheiro na instituição, que conta com uma plataforma aberta de investimentos em que são comercializados produtos de cunho próprio e também de outras empresas.

Leia mais: Banco Inter divulga estudo sobre gerações de criptomoedas

Por isso, para descobrir quanto rende R$ 1 mil no Inter, é necessário, antes de mais nada, escolher o tipo de investimento, tendo em mente o tempo no qual o dinheiro ficará aplicado.

O banco digital dispõe dos seguintes serviços: CDB, Tesouro Direto, LCI e LCA e poupança. Tendo como referência a caderneta, cujos rendimentos acompanham a oscilação da taxa básica de juros, a Selic, veja a seguir qual a remuneração oferecida pelo Inter.

Quanto rende R$ 1.000 no Inter?

Quem investir na poupança do Inter terá seus ganhos regulados pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). Desde o ano de 2012, a rentabilidade aplicação está atrelada automaticamente à Selic, hoje a 6,25% após sua quinta alta consecutiva.

Quando a Selic está abaixo de 8,5%, como acontece agora, o rendimento da aplicação do banco digital é de 70% da Selic + Taxa Referencial, que está zerada há alguns anos. Sendo assim, aplicar dinheiro no investimento garante remuneração de cerca de 4,38% ao ano e 0,36% ao mês.

Quem aplicar R$ 1 mil e deixar o dinheiro parado por 24 meses (dois anos) – sem considerar aportes mensais – terá como rendimento bruto a quantia de R$ 89,41. Somado aos um mil iniciais, a quantia final será de R$ 1.089,41.

Já em uma simulação de 60 meses (cinco anos), o mesmo valor de aplicação, neste caso R$ 1 mil, terá como rentabilidade a quantia de R$ 238,75, totalizando R$ 1.238,75 após este período. Vale destacar que na aplicação não há cobranças de Imposto de Renda (IR) ou IOF.

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Finanças

Unipar e Vale pagam os melhores dividendos do mercado

Enquanto indústria química exibiu DY de 28,26%, mineradora bateu 23,55%

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Sinal de que a velha busca de rentabilidade sempre renova, assim também é a preferência do investidor por ações de empresas que pagam, além dos proventos, dividendos acima da média, os chamados Dividend Yelds (DY) – índice que mede a rentabilidade dos dividendos de uma empresa em relação ao preço de suas ações.

Destaque da temporada – Nesse sentido, o destaque da temporada fica para a Unipar (UNIP6), que pagou o maior volume em dividendos, nos últimos 12 meses até outubro corrente, quando a indústria química respondeu por quatro distribuições, totalizando um DY de 28,26% e R$ 8,02 em proventos.

Vale é vice – Na vice-liderança, a Vale (VALE3) distribuiu R$ 14,6 em dividendos nos últimos 12 meses, para um DY de 23,55%, bem superior aos rendimentos de títulos e demais produtos de renda fixa atrelados à Selic.

Maiores recordes – Os maiores percentuais citados podem ser considerados recordes, uma vez que, considerando a média de distribuição dos últimos cinco anos (2016 e 2020), a média de distribuição de dividendos da Unipar e Vale foi de 4,90% e 4,52%, respectivamente.

Companhias ‘cíclicas’ – Para o analista da Inversa Publicações, Nicolas Merola, essas companhias são cíclicas, ou seja, têm períodos em que ‘performam’ muito bem por determinadas situações de mercado, e períodos com desempenhos mais ‘mornos’. “São empresas que trabalham com segmentos básicos, como a parte de materiais, saneamento e energia, que são super beneficiadas por esse novo ciclo, que é o ciclo de inflação”, concluiu Merola.

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Economia

EDP arremata goiana Celg-T por R$ 1,9 bi e ágio de 80,1%

Oferta ‘agressiva’ de múlti portuguesa surpreendeu outros três concorrentes

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Em linha com a aposta estratégica em negócios de redes de energia, a EDP arrematou, nessa quinta-feira (14), a transmissora goiana Celg-T, com um lance considerado ‘agressivo’ pelo mercado – R$ 1,977 bilhão – e que representou ágio de 80,10% sobre o preço mínimo, bem acima do ofertado pelas concorrentes Cymi Construções e Participações, MEZ Energia e ISA Cteep.

Portfólio adicionado – Com a conquista, a elétrica de origem portuguesa adicionou ao portfólio mais três concessionárias de transmissão, o que corresponde a 756 quilômetros de linhas e 14 subestações em Goiás.

Gestão de oito – No momento, a EDP responde, no Brasil, pela gestão de oito lotes de transmissão, distribuídos por oito estados, totalizando 1.924 quilômetros de linhas e receita anual permitida (RAP) de R$ 648,6 milhões (considerando o ciclo 2020-2021). Com a aquisição, a companhia estima uma RAP adicional de R$ 223 milhões no ciclo 2021/2022.

Experiência fez a diferença – A experiência foi o ponto alto da investida recente da EDP, segundo seu presidente no país, João Marques da Cruz, ao destacar a expertise da Celg-T no setor de transmissão, o que “lhe permitirá extrair valor do ativo rapidamente, sem contar oportunidades de crescimento e rentabilização da transmissora”.

Atuação em concessionárias – Outra vantagem da Celg-T, acentua o executivo, diz respeito à sua atuação no setor de concessionárias, num momento em que a região Centro-Oeste registra forte crescimento na demanda de energia, o que corresponde a uma taxa 3,7 vezes superior à registrada no país nos últimos dez anos, resultado decorrente, sobretudo, do desempenho da agroindústria.

Tese sólida – Ao mesmo tempo, o dirigente rechaçou a ideia de que a companhia tenha ‘exorbitado’ na compra do novo ativo, mas fez as “contas certas para participar do certame, além de possuir uma tese sólida compatível com a sua disciplina financeira”.

Baixo risco – Ao comentar que “esse investimento dará uma rentabilidade superior a dois dígitos ao acionista”, Cruz disse considerar, essa “uma boa taxa para um ativo de transmissão, além de ser um ativo de rede de baixo risco”.

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Criptomoedas

Clientes Wix passam a fazer pagamentos em criptomoedas

Parceira com BitPay visa turbinar vendas do comércio pela modalidade

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Desde a última terça-feira (12), clientes de lojas eletrônicas, hospedadas na plataforma de site Wix vão poder realizar pagamentos com criptomoedas, conforme anunciou, nesse mesmo dia, a BitPay, empresa de serviços de pagamentos blockchain, ao acentuar que a nova modalidade estará disponível, a princípio, somente nos Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, Austrália, Canadá e Alemanha.

Vendas crescem – A expectativa de analistas é de que a parceria inédita das duas empresas contribua para elevar as vendas no setor, uma vez que estudo da Forrester Consulting – encomendado pela BitPay – aponta que os consumidores que pagam com criptomoedas costumam gastar mais do que outros clientes, o que beneficia o comércio local.

Avanço cripto – Segundo o CEO da BitPay, Stephen Pair, “as empresas podem obter vendas adicionais, por meio do acesso ao enorme mercado de criptomoedas de trilhões de dólares”, ao comentar que “a adesão da Wix ao novo serviço de pagamentos representa um avanço para o mercado de criptos”.

‘Passo à frente’ – “Wix é uma das maiores e mais amplamente utilizadas plataformas de desenvolvimento web, com 210 milhões de usuários, então este é mais um passo à frente na mudança do mainstream da criptomoeda”, acrescenta Pair.

12 moedas digitais – Ao todo, serão aceitas 12 tipos de criptomoedas. São elas: Bitcoin (BTC), Bitcoin Cash (BCH), Dogecoin (DOGE), Ethereum (ETH), Litecoin (LTC), Wrapped Bitcoin (WBTC), XRP (em alguns países) e 5 moedas estáveis ​​indexadas a USD (BUSD, DAI, GUSD, USDP e USDC). A novidade já está disponível aos comerciantes da Wix.

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