Economia
Aneel afirma que bandeira tarifária verde continuará em fevereiro
A população pode ficar mais tranquila, pois em fevereiro não haverá aumento na tarifa da conta de luz. Confira como funcionam as bandeiras.
Para tranquilizar a população em relação às contas de energia, a Agência Nacional de energia Elétrica (Aneel) anunciou que em fevereiro novamente não será cobrada taxa extra, pois a bandeira continua verde para esse tipo de tarifa.
Essa medida é válida para consumidores que fazem parte do Sistema Interligado Nacional (SIN), e está assim devido às condições favoráveis para fornecimento de energia elétrica com base nos níveis hídricos.
As regiões que fazem parte do SIN são: Sudeste, Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte, ficando de fora apenas algumas partes do Mato Grosso, o estado de Roraima e alguns estados da região Norte.
A tarifa continua em bandeira verde há quase um ano, desde que foi imposta em abril de 2022. Essa é uma boa notícia, pois significa que o consumo está dentro do normal para as reservas disponíveis.
Há mais duas bandeiras que são impostas em casos de níveis baixos dos reservatórios hidrelétricos. Elas existem desde 2015 e têm como objetivo gerar um controle maior de gastos pela população.
A bandeira amarela, por exemplo, quando aplicada, conta com um acréscimo de R$ 2,989 a cada 100 kWh. Já a bandeira vermelha acrescenta R$ 14,20 por kWh nas contas de luz. A bandeira verde, como já dito, não apresenta nenhuma alteração de taxa.
Algumas localidades não fazem parte do SIN e, consequentemente, não são afetadas pelas bandeiras tarifárias. No total, são 212 locais, e isso acontece porque o gasto de energia é muito baixo e não utiliza predominantemente reservas hídricas para geração de energia.
Para quem está dentro do SIN, a bandeira representa o custo de geração dessa energia, já que, quanto mais baixa estiver a reserva hídrica, mais custará para mantê-la funcionando.
Em setembro de 2021, houve a implementação da bandeira vermelha, época bem difícil para a população. Isso porque o reajuste chegou a 64%, devido a taxa por kWh e a inflação alta, que acabou aumentando o preço do gás natural e do petróleo. Felizmente, a fase acabou em abril do ano passado e segue até agora sem altas.

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