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Após avançar 0,51% em maio, IPCA-15 ‘despenca’ para 0,04% em junho
Queda acentuada da prévia da inflação foi ‘puxada’ pela deflação de 0,55% do grupo Transportes
Depois de variar 0,51% em maio último, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – a prévia da inflação – ‘despencou’ para 0,04% em junho, sob influência, por um lado, da alta de 0,96% do grupo Habitação, com impacto de 0,14 ponto percentual, e por outro, da deflação de 0,55% do grupo Transportes, pressionado, por sua vez, pela deflação de 3,40% da gasolina, o qual teve peso individual de -0,17 ponto percentual no resultado geral.
Se considerados os últimos 12 meses, o IPCA-15 subiu 3,40%, variação inferior aos 4,07% apurados nos 12 meses imediatamente anteriores, ao passo que em junho de 2022, houve alta de 0,69%. Já o acumulado trimestral do IPCA-15, medido pelo IPCA-E, avançou 1,12% no mês passado, bem abaixo dos 3,04% registrados em maio do ano passado.
Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados na formação do IPCA-15, seis deles apresentaram alta. Sem contar a queda, já citada, do Transportes, igualmente recuaram Alimentação e Bebidas (-0,51%) e Artigos de residência (-0,0,1%).
Isoladamente, o grupo Habitação refletiu a majoração de 3,64% da taxa de água e esgoto (peso de 0,06 ponto percentual), nas capitais Curitiba, São Paulo, Recife e Belém. Por sua vez, a alta de 1,45% da energia elétrica residencial (peso de 0,06 p.p.) ocorreu em Belo Horizonte, Recife, Fortaleza e Salvador. Em contrapartida, houve queda de 0,33% no gás encanado, em razão de reduções tarifárias adotadas em Curitiba e no Rio de Janeiro.
Para o aumento de 0,52% das Despesas pessoais, foi determinante a alta de 6,19% nos jogos de azar, decorrente do reajuste médio de 15% no valor das apostas, sem contar os aumentos de 1,29% para cinema, teatro e Concertos, de 1,07% aplicado nos pacotes turísticos.
Para o crescimento de 0,19% do grupo Saúde e cuidados pessoais, pesou o reajuste de 0,38% nos preços dos planos de saúde – por conta do aumento de 9,63% autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 13 de junho último, que passou a vigorar em maio último, mas com previsão de voltar a ser aplicado em abril de 2024.
Para a deflação citada do Transportes, o resultado negativo foi ‘puxado’ pela retração de 3,75% dos combustíveis; queda de 8,29% do óleo diesel; redução de 4,89% do etanol e baixa de 2,16% do gás veicular. Para reforçar a tendência deflacionária, também caiu 0,84% o preço do automóvel (peso de -0,33 ponto percentual).

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