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Agronegócio

Após China, Arábia Saudita também suspende importação de carne bovina brasileira

Medida foi tomada após o país sul-americano registrar dois casos atípicos de “vaca louca” no início deste mês

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O Ministério da Agricultura (Mapa) informou, nesta terça-feira, que, além da China, a A Arábia Saudita também suspendeu as importações de carne bovina provenientes de alguns frigoríficos brasileiros. A pasta não revelou quantos e nem quais frigoríficos foram afetados pela proibição.

Em notas, o Mapa informou que estão sendo realizadas reuniões, mas que não há ainda previsão sobre a retirada das suspensões, assim como acontece com a China. O país asiático suspendeu as negociações brasileiras, após a confirmação de dois casos de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), popularmente conhecida como vaca louca.

Os dois casos da doença foram registrados em frigoríficos de Belo Horizonte (MG) e de Nova Canaã do Norte (MT). Segundo o Mapa, eles são atípicos, sem contaminação. Ainda assim, a China optou pela suspensão em cumprimento ao protocolo sanitário firmado entre os países.

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), os chineses são os principais compradores de carne bovina do Brasil. Somente este ano, já foram exportados US$ 3,545 bilhões para o país asiático. Mas a expectativa para esta semana é a retomada das exportações. O governo garantiu que vem negociando a volta, ainda mais com a confirmação de que os casos detectados no país não oferecem risco para a cadeia de produção bovina do Brasil.

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Commodities

GNA inicia construção de sua segunda termelétrica

Com conclusão prevista para 2024, GNA II terá capacidade instalada de 1,67 gigawatts

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Crédito: Energia hoje

Joint venture formada por BP, Siemens, SPIC Brasil e Prumo Logística, a Gás Natural Açu (GNA), acaba de receber autorização da Prefeitura de São João da Barra (RJ) para dar início às obras para construção, em outubro próximo, de sua segunda termelétrica no Porto do Açu (GNA II), cuja operação deverá começar somente em 2024.

Turbinas a vapor – Composta por três turbinas movidas a gás natural e uma a vapor, a GNA II terá capacidade instalada de 1,67 gigawatts (GW), o suficiente para atendimento de aproximadamente 7,8 milhões de moradias.

BNDES financia – Do total de investimentos previstos (R$ 5 bilhões), caberá ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a maior parte do financiamento, cerca de R$ 3,93 bilhões.

Siemens constrói – Já a construção de usinas e o fornecimento de equipamentos (turbinas a gás e a vapor, e caldeiras de recuperação de calor) serão de responsabilidade da Siemens Energy, também encarregada de fornecer serviços de operação e manutenção para as unidades. O gás natural, por sua vez, será importado e fornecido pela BP.

Atrair indústrias – Sem contar as usinas de que dispõe, a GNA possui licença ambiental que a habilita a dobrar a capacidade instalada de geração, por meio da construção da GNA III e IV. O respectivo plano de expansão contempla, ainda, a criação de uma unidade de processamento de gás natural (UPGN) e um gasoduto terrestre (em fase de licenciamento) que permitirá a conexão do Porto do Açu com a malha de transporte. A iniciativa tem por finalidade atrair indústrias para a região portuária, transformada agora em um novo eixo de gás no Estado do Rio de Janeiro.

GNA I – Com capacidade de produzir 1,33 GW de energia, a primeira termelétrica da empresa, a GNA I, entrou em operação há duas semanas. Considerado estratégico pelo governo do Rio, em razão da crise hídrica, o empreendimento deve reforçar o atendimento à demanda do Sudeste/Centro-Oeste, a maior do país, e onde os reservatórios de hidrelétricas apresentam o nível mais baixo de volume de água.

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Agronegócio

Colheita de trigo no Brasil já ultrapassa 10%

Dados são referentes até o dia 25 de setembro e mostram um atraso em relação à safra anterior

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou, nesta semana, que a colheita de trigo alcançou 10,5% das áreas cultivadas no Brasil. Os dados são referentes até o dia 25 de setembro e mostram um atraso em relação à safra anterior. No último ciclo, neste mesmo período, cerca de 28,7% das áreas já haviam sido colhidas.

Com relação à semana anterior, houve um avanço de 5,5%, considerando dados de sete Estados que correspondem a 98,5% da safra do cereal no país, segundo informou a estatal.

Com relação ao milho segunda safra (safrinha), o trabalho já está praticamente finalizado. De acordo com a Conab, a colheita, que já está na reta final, atingiu 99,4% das áreas, volume que se mantém estável quando comparado com o registrado no período em 2020, que foi de 99,5%. No acumulado da semana, o avanço com relação à colheita do cereal foi de 1,4 ponto.

Já os produtores de algodão concluíram o serviço. A estatal informou que, assim como no ano anterior, a colheita nas lavouras de todo país já atingiram sua totalidade (100%).

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Agronegócio

BRF passa a exportar miúdos de suínos para Cingapura

País asiático é um dos principais destinos de produtos brasileiros

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Cingapura aprovou a habilitação e agora a companhia de alimentos BRF (BRFS) está devidamente autorizada a exportar miúdos de suínos para o país asiático. Os produtos serão enviados das unidades de Campos Novos, em Santa Catarina, e de Toledo, no Paraná, segundo informou a empresa nesta semana.

Junto com a China, Japão, Vietnã e Coreia do Sul, Cingapura é considerado um dos principais destinos de carne suína do Brasil. O país é o quarto maior comprador do produto brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), de janeiro até agosto deste ano, 31 mil toneladas de carne suína, entre in natura e processados, foram embarcadas para Cingapura. O volume representa 4,2% do total exportado em 2021.

Em nota, o gerente executivo de Relações Institucionais da BRF, Luiz Tavares, informou que o consumo asiático tem aumentando gradativamente. “As habilitações das nossas unidades são um passo estratégico importante que permitirão diversificar nosso portfólio de produtos exportados”, afirmou.

Outro produto brasileiro que tem destaque nas importações para o país asiático é o frango. Cingapura é o 12º maior consumidor do produto.

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