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Tecnologia

Apple lança iOS 15 nesta segunda-feira, 15; veja quais aparelhos são compatíveis

Sistema operacional para iPhone e iPads chega ao país nesta segunda-feira com novidades em Apple Wallet, FaceTime e segurança.

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A Apple acaba de liberar o iOS 15, nova versão do seu sistema operacional para aparelhos iPhone e iPad. A atualização chega gradualmente aos usuários a partir desta segunda-feira, 20, após ser anunciada juntamente com os novos modelos de iPhone.

Veja também: WhatsApp mudou de cor? Teste no app chama atenção de usuários

As primeiras revelações sobre o iOS 15 foram divulgadas em junho, durante a conferência anual de desenvolvedores promovida pela empresa. Assim como todas as suas verões anteriores, o sistema poderá ser baixado gratuitamente.

Desta vez, as grandes novidades estão no FaceTime, na Apple Wallet e em algumas configurações de segurança.

Veja os modelos que receberão atualização para o iOS 15 a partir desta segunda-feira:

  • iPhone 6s e 6s Plus
  • iPhone SE – 2016;
  • iPhone 7 e 7 Plus – 2016;
  • iPhone 8 e 8 Plus – 2017;
  • iPhone X – 2017;
  • iPhone XR – 2018;
  • iPhone XS e XS Max – 2018;
  • iPhone 11 (todas as versões) – 2019;
  • iPhone 12 (todas as versões) – 2020;
  • iPhone SE (2ª geração) – 2020;
  • iPhone 13 (todas as versões) – 2021.

Principais novidades

A Apple permitirá que o usuário do FaceTime assista filmes ou escute músicas enquanto estiver em uma ligação. A empresa também criou uma nova visualização em grade para transmitir melhor os rostos, além de possibilitar a participação de usuários de Android e Windows nas chamadas pela primeira vez.

Na Apple Wallet, as atualizações criam chaves digitais, que podem ser usadas para desbloquear desde sua casa até o quarto de hotel. Nos Estados Unidos, o usuário poderá adicionar sua carteira de motorista ou de identificação à Apple Wallet para se identificar em checagens de segurança em aeroportos.

O iOS 15 ainda traz novos recursos de segurança, como a “proteção de privacidade de e-mail”. Nos aparelhos da Apple, o aplicativo de e-mail ocultará o IP e a localização do usuário, impedindo que as empresas vinculem suas informações a outras atividades online. O remetente também não poderá saber se o destinatário abriu ou não o e-mail.

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Finanças

BC regulamenta isonomia de fintechs aos bancos

Autoridade monetária determina que segmento siga mesmas diretrizes de atendimento do mercado financeiro

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Isonomia de relacionamento com clientes para instituição de pagamento como fintechs, que passam a seguir as mesmas diretrizes já adotadas pelos bancos. Esse é o princípio da regulamentação baixada, nessa quinta-feira (14), pelo Banco Central (BC), voltada ao novo segmento de tecnologia financeira.

Prazo suficiente – A orientação da autarquia é que a nova norma entre em vigor a partir de 1º de outubro de 2022, prazo suficiente para que as mudanças sejam implementadas, na avaliação do BC.  A partir dessa data, o descumprimento das políticas de relacionamento sujeita administradoras de consórcio e instituições de pagamento às mesmas punições aplicadas aos bancos.

Mesmas exigências – De acordo com a nota da autarquia, a partir dessa regulamentação, “todas as instituições autorizadas a funcionar pelo BC passam a ser sujeitas às mesmas exigências relativas ao relacionamento com clientes e usuários. Busca-se com isso aprimorar essa relação, alinhando os interesses das instituições aos de seus clientes”.

Especificidades consideradas – Além disso, a nota prevê o desenvolvimento de uma “política de relacionamento com clientes e usuários com os mesmos critérios de outras instituições reguladas pelo BC”, embora esta não esclareça quais seriam os procedimentos adotados, nesse caso. Em contrapartida, a nova resolução do BC admite levar em conta as ‘especificidades das instituições de pagamento e das administradoras de consórcio”.

Em conformidade – “A política de relacionamento deverá nortear a condução das atividades das instituições em conformidade com os princípios de ética, responsabilidade, transparência e diligência, propiciando a convergência de interesses e a consolidação de imagem institucional de credibilidade, segurança e competência”, arrematou o BC.

Consolidação de atos – A nova regulamentação igualmente consolida regras de transparência já exigidas das fintechs “em aderência ao Decreto nº 10.139, de 28 de novembro de 2019, que trata da revisão e consolidação dos atos normativos editados pelas entidades da administração pública federal”.

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Economia

Aumento de ataques hackers movimenta mercado de seguros contra riscos cibernéticos

Vendas de seguros contra riscos cibernéticos no Brasil movimentaram, somente no mês de julho, mais de R$ 9,5 milhões.

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A arrecadação dos seguros de riscos cibernéticos alcançou R$ 64,352 milhões no acumulado de janeiro a agosto deste ano, no Brasil, indicando alta de 161,3% em relação ao mesmo período de 2020, quando a receita foi de R$ 24,216 milhões.

Veja ainda: CVC Brasil começa a retomar operações após ataque hacker

Em razão do aumento dos ataques de hackers contra empresas e pessoas, as vendas de seguros contra riscos cibernéticos no país movimentaram, somente no mês de julho, mais de R$ 9,5 milhões, volume 213,7% superior ao observado no mesmo mês de 2020.

O coordenador de Linhas Financeiras da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), Gustavo Galrão, estimou que esse mercado deve encerrar 2021 com cerca de R$ 101,774 milhões de prêmios. “Isso vai equivaler a um crescimento de 136% anual. É um marco interessante. Vai superar R$ 100 milhões de prêmios”, disse hoje (13), à Agência Brasil.

Segundo Galrão, o seguro de riscos cibernéticos ainda é um mercado recente e pequeno no Brasil, mas vem crescendo muito e tem potencial de se tornar forte no país: “a expectativa é de que o crescimento siga vertiginoso para os próximos anos. A gente está vendo uma demanda por prêmios nesse seguro muito grande”.

Cautela

Gustavo Galrão explica que a demanda pelos seguros de riscos cibernéticos vem aumentando na medida em que crescem os ataques hackers às empresas. “Isso dá um cenário de agravo do sinistro muito forte”.

O objetivo das seguradoras é transferir esse risco das empresas para elas. Mas, para se preservarem, as seguradoras têm estratégias e política de aceitação do risco. No ataque conhecido como ransomware, que é a invasão dos sistemas com pedido posterior de resgate, as empresas são ameaçadas muitas vezes a pagar cifras milionárias, com risco, inclusive, de parar de funcionar por um período.

As despesas se elevam com a contratação de peritos em tecnologia para reconstituição de sistemas e realização de cópias de segurança (back-ups), que acabam gerando preocupação também para as seguradoras.

Por isso, as seguradoras adotam cautela e levantam o maior número de informações dos clientes, incluindo riscos potenciais. As informações colhidas vão para a área de produtos das seguradoras que, junto com a área de subscrição, define a política de aceitação dos riscos para se protegerem contra um número elevado de sinistros. “Com base nisso, as seguradoras vão definindo as estratégias e os produtos que serão oferecidos para as empresas. Há atividades que têm uma frequência de severidade maior”.

As instituições financeiras e empresas de varejo são as que mostram maiores condições de serem atacadas, embora sejam também as que estejam melhor preparadas para uma resposta a esse tipo de ameaças, afirmou o coordenador. Outros grandes alvos são as empresas dos setores de energia e de saneamento e da área da saúde, “porque tem dados sensíveis de prontuários médicos. Os hackers têm interesse de pegar essas informações e utilizá-las de maneira imprópria e criminosa”.

Limites

No primeiro semestre de 2021, os sinistros ocorridos resultaram em indenizações de quase R$ 11,65 milhões, contra R$ 12,54 milhões, no mesmo período de 2020. O coordenador de Linhas Financeiras da Fenseg acredita que o número será bem maior este ano, uma vez que muitos sinistros não estão contabilizados . “A sinistralidade esperada para este ano deverá ser muito alta. Inclusive, há expectativa de que supere o valor de prêmios”.

Galrão informou que tanto no Brasil, como na América Latina, os valores dos seguros de riscos cibernéticos ainda são baixos, em relação ao que é contratado nos Estados Unidos e Europa. No Brasil, são poucas as apólices que passam de R$ 100 milhões de limite contratado, ou o equivalente a US$ 20 milhões. A maioria está abaixo disso.

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Tecnologia

Highline busca parcerias com provedores para leilão 5G

Companhia responderá pela montagem da infraestrutura de nova frequência

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Aquisição de radiofrequências e construção de uma rede neutra para fornecimento de infraestrutura aos provedores regionais de Internet. Esses são alguns dos principais objetivos da Highline no leilão do 5G, o que tem levado a companhia a negociar parcerias com esses provedores, cujos contratos podem ser divulgados em breve.

Modelo de negócios  – Depois de perder, no ano passado, a corrida pela Oi (OIBR4), a Highline pretende desenvolver um modelo de negócios baseado na seguinte configuração: a empresa é proprietária de um conjunto de torres, antenas e radiofrequências que possam ser ‘alugados’ às operadoras prestadoras do serviço de telefonia e dados ao consumidor final.

Instalação da infraestrutura – Enquanto provedores regionais de grande porte poderão arrematar as radiofrequências por conta própria no leilão de 5G, caberá a Highline assumir o custo mais expressivo da instalação de infraestrutura, conforme prevê o edital da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Investimento bilionário – Nesse ponto do processo é que ocorrem os maiores desembolsos da atividade. Embora o leilão de 5G não cobre muito pelas outorgas, os investimentos nela previstos deverão ficar no patamar de bilhões de reais, no que toca ao compromisso de ativação de redes.  A Highline integra o grupo Digital Bridge, plataforma de investimentos especializada em infraestrutura de telecomunicações, com US$ 30 bilhões em ativos sob gestão no mundo.

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