Automobilística
Até quando os motores a combustão resistirão aos elétricos?
O que será que o futuro reserva para os automóveis eletrificados?
Os carros elétricos estão se tornando cada vez mais comuns e acessíveis para um público maior em nossa sociedade. Logo, o que antes era considerado um artigo de luxo, a cada dia que passa se torna algo mais acessível e possível para todos.
Consequentemente, essa popularização no Brasil e em vários outros países levantou uma série de debates sobre o papel dessa tecnologia e nos seus impactos sociais, seja no setor automotivo ou em um quadro geral. Afinal, será mesmo que as alternativas tradicionais movidas a combustão estão fadadas ao desaparecimento?
Segundo o sócio-fundador da Boram Eletric Motors, Thiago Freire, ainda não existe uma resposta concreta para esse questionamento, e muita coisa ainda pode acontecer no decorrer dos anos. Inclusive, a própria companhia do gestor é considerada a maior do Norte do Brasil, voltada para a mobilidade elétrica.
Portanto, apesar de não podermos prever como será o desenrolar da história, já é possível notar sinais de uma “revolução poderosa”, fortemente impulsionada pelo aumento da venda de automóveis movidos a energia elétrica, como Freire novamente pontua.
Mudança deve ocorrer aos poucos
Segundo especialistas da área, um dos principais obstáculos para que o cenário atual brasileiro se altere em favor dos novos produtos é a falta de estrutura do país, pelo menos para a utilização de eletrificados em larga escala. Conforme explica Thiago Freire, em locais despreparados para receber a tecnologia, as mudanças serão mais graduais.
Conforme alertam algumas pesquisas do setor automotivo, essas modificações progressivas já estão em curso. Logo, outro fator que favorece os carros elétricos é a pauta ambiental, uma vez que essas máquinas não emitem os tradicionais gases poluentes responsáveis pelo agravamento do chamado efeito estufa.
Em contrapartida, os modelos a combustão liberam grandes quantidades de dióxido de carbono na atmosfera, sendo bastante poluentes do ponto de vista ecológico. Inclusive, essas discussões estão ganhando cada vez mais força nos últimos anos, ainda mais nos setores políticos.
’”Os (carros) elétricos vão na contramão dos gases poluentes, o que contribui para a mitigação das mudanças climáticas e a redução do efeito estufa“, levanta Freire.
Consequentemente, as montadoras também estão agindo para reformular suas estratégias de produção e vendas, percebendo que a sociedade está aos poucos mudando o seu modo de pensar e consumir. Então, algumas das principais fabricantes ao redor do mundo estão planejando eletrificar suas frotas.
Por fim, aqui no Brasil está em vigor uma movimentação política para uma modificação de hábitos no mercado automotivo. Por exemplo, temos o PL (Projeto de Lei) nº 304/2017 de autoria do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que pretende proibir a comercialização de itens movidos a combustíveis fósseis a partir de 1º de janeiro de 2030.

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