Conecte-se conosco

Ações, Units e ETF's

Ativa Investimentos divulga carteira de dividendos para março; veja os ativos

A gestora optou por duas trocas para este mês

Publicado

em

A carteira de dividendos teve queda de 5,86% frente a uma queda de 4,37% do Ibovespa. O destaque positivo da carteira ficou com HYPE3 (+1,51%), enquanto o destaque negativo ficou com ITUB4 (-9,78%).

HYPE3 – As ações de Hypera apresentaram ganhos no mês de fevereiro por conta da expectativa do mercado ao redor do seu resultado trimestral. Além disso, a companhia se beneficiou da aprovação no Senado da compra de vacinas por laboratórios privados.

ITUB4 – O setor bancário como um todo sofreu em fevereiro. Apesar de resultados trimestrais em linha com o esperado, com redução das despesas com provisionamento e crescimento da carteira de crédito em linhas de pessoas física, o cenário de incerteza para o restante do ano, fomentado pelas recentes turbulências políticas, penalizaram o setor, que possui forte relevância no Ibovespa.

Ativa Investimentos divulga carteira de dividendos para março; veja os ativos

Dividendos: veja a tese

Março

Para o mês de fevereiro a gestora optou por realizar duas trocas na carteira de dividendos. Retiramos AES Tiete (TIET11) e Itaú Unibanco (ITUB4), e optamos pelas entradas de Vale (VALE3) e Bradesco (BBDC4). A saída de TIET11 se baseia na mudança estratégica da companhia, que pretende investir em projetos greenfields e na melhoria de suas usinas, dessa forma, demandando uma quantia maior para investimentos, que anteriormente seriam pagos em dividendos para os seus acionistas. A entrada de VALE3 se baseia no racional de que com o forte fluxo de caixa gerado, a companhia terá condições de pagar ótimos proventos ao longo do ano. Olhando para a mudança no setor financeiro, acreditamos que BBDC4 irá pagar um dividend yield mais atrativo do que ITUB4, por conta disso, para o mês de fevereiro optamos pela escolha de Bradesco.

Dividendos

Enxergamos o setor bancário como descontado no momento. Nesse contexto, vemos o Bradesco (BBDC4), com um resultado de 4T20 expressivo, retornando a patamares pré-covid, corroborando copm a nossa visão para o setor bancário. O atual nível de cobertura do banco deve suportar o aumento na inadimplência ao longo de 2021. Além disso, gostamos das iniciativas digitais do banco e de sua receita bem diversificada, com relevante participação da operação de seguros. Entre os bancos, é o que possui um maior dividend yield esperado.

Com capacidade de gerar caixa mesmo em um cenário muito adverso, o setor de telecomunicações se prova resiliente. Além disso, a venda da operação móvel da Oi, que trará mudanças importantes na dinâmica competitiva do setor, e a chegada do 5G poderão oferecer à Vivo (VIVT4) uma oportunidade valiosa da empresa ganhar share em segmentos de maior ARPU. Além disso, enxergamos uma valuation atrativo combinado com um excelente Dividend Yield, que justificam nossa recomendação.

O BB Seguridade (BBSE3) é uma holding controlada pelo Banco do Brasil S.A. e que atua em negócios de seguridade. Suas participações societárias atualmente estão organizadas em dois segmentos: negócios de risco e acumulação e negócios de distribuição. Gostamos do case de BB Seguridade. O modelo bancassurance dá, à empresa, enorme vantagem competitiva em seus canais de distribuição e deve seguir lucrativo mesmo com o crescimento dos canais digitais de distribuição. Além disso, BB Seguridade possui um top line diversificado e menor dependência do resultado financeiro lucro, o que lhe confere mais resiliência em um cenário de juros estruturalmente baixos. Somado à isso, vemos um valuation atrativo e um dividend yield alto.

A Companhia Energética de São Paulo (CESP6) é uma empresa elétrica que atua nos setores de geração e comercialização de energia e que fora privatizada ao fim do ano de 2018. Por conta disso, a empresa se encontra em franco processo transformacional, revendo todas suas mazelas do passado, como seu nível de despesas e seu passivo contencioso. Gostamos do projeto da empresa, bem como de sua execução e encontramos em seu escopo atual um modelo que alia funcionalmente as atividades de geração com comercialização, mitigando os riscos do excesso de contratação. Desta forma, com estabilidade operacional e equalização de seus passivos, continuamos enxergando favorável relação risco x retorno em seus papéis.

Empresas
  • A Taesa (TAEE11) é uma empresa de energia elétrica, focada no segmento de transmissão. A companhia possui atualmente 39 concessões e mais de 13 mil km de linhas de transmissão.

Observamos Taesa como um dos melhores players de transmissão do país. Possuindo a maioria de contratos atualizados anualmente via IGP-M, a companhia é nossa aposta para cenários onde a curva de juros esteja inclinada e o mercado mais disposto a tomar ativos atrelados a rendimentos reais que equities. Dotado de fluxo de caixa resilientes, a companhia é excelente fonte de proventos.

Apesar da revisão do guidance de receita da companhia, de R$4,3 bi para R$4 bi em 2020, a Hypera (HYPE3) navega bem pela crise, mantendo forte geração de caixa e uma posição de caixa confortável. Vemos com bons olhos suas recentes aquisições, posicionando-a na liderança do setor farmacêutico brasileiro, com foco em medicamentos OTC. Dito isso, dada a resiliência do seu portfólio de marcas, que conta com diversas power brands, aliada ao desconto no preço do papel, mantemos nossa visão positiva para com o papel.

  • A ISA CTEEP (TRPL4) é uma empresa do segmento de transmissão de energia e que atua em dezessete estados do Brasil, transmitindo 94% da energia de São Paulo e 33% do país. A companhia possui mais de 18 mil km de linhas de transmissão. A companhia – no 4T20 – novamente mostrou seus predicados operacionais e segue em busca de oportunidades tanto brownfield como greenfield para, não apenas alcançar uma relação debt/equity mais rentável, como aumentar a rentabilidade de seu portifólio. Diante do alto commitment recente, creditamos que a execução dos atuais projetos com qualidade pode destravar valor e fazer o player negociar a múltiplos mais esticados. Além disso, a empresa é uma ótima pagadora de proventos para os seus acionistas
  • A Vale (VALE3) é uma mineradora de classe mundial e uma das maiores produtoras de minério de ferro, de pelotas e de níquel. A empresa também produz manganês, ferroliga, cobre, bauxita, potássio, caulim, alumina e alumínio. O atual preço do minério somado a manutenção do guidance defensivo para 2021 e diante de uma oferta global ainda estática e insuficiente devem continuar mantendo o preço do minério em alto patamar, contribuindo para geração de caixa da companhia. Ademais, o acordo da companhia com o Ministério Público de Minas diminuiu a percepção de riscos financeiros inerentes à sua operação e não mostrou grande impacto quando comparado a dimensão de seus resultados. Além desses fatores, por conta de uma geração grande de fluxo de caixa, deve pagar bons dividendos no ano de 2021.

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Ações, Units e ETF's

Hotmart e Ebanx preparam IPOs na Nasdaq

Empresas brasileiras registram forte crescimento e presença internacional

Publicado

em

Crédito: Folha UOL

Motivados pela temporada efervescente de lançamento de ações nos Estados Unidos, as brasileiras Hotmart e Ebanx também planejam realizar as respectivas ofertas iniciais (IPOs) na maior bolsa de tecnologia do mundo, a norte-americana Nasdaq.

Renome mundial – Desde o início do ano, a Hotmart prepara sua IPO, que deverá levantar US$ 400 milhões, sob a supervisão dos pesos-pesados JP Morgan, Morgan Stanley e Goldman Sachs, além de ser conduzida por investidores de renome mundial, como a gestora General Atlantic e o fundo soberano de Cingapura GIC.

Aporte da Advent – Já o Ebanx, que deverá fazer sua IPO somente no início do ano que vem (ainda sem estimativa de valores para a operação), recebeu, em junho último, aporte de US$ 430 milhões do fundo de private equity Advent.

Valor similar – Celebrizada por responder pelos pagamentos da empresa de streamig Spotify, a Ebanx poderá captar um valor similar ao da Hotmart. Só em 2020, a paranaense Ebanx, presente em 15 países da América Latina, processou 145 milhões de transações.

Forte crescimento – A posição de destaque de ambas as companhias brasileiras decorre do ‘forte crescimento obtido nos últimos anos, inclusive com operações importantes fora do Brasil’.

Vez do Nubank – Avaliado em torno de US$ 50 bilhões, o Nubank também está perto de listar suas ações, o que deve ocorrer entre outubro e novembro.

Nada a declarar – A Hotmart, por sua vez, informou, em nota, que a empresa “não tomou (ainda) nenhuma decisão, nem tem previsão de anunciar um movimento nesse sentido”.

Continue lendo

Ações, Units e ETF's

Ibovespa fecha em baixa de 2,07%, aos 111.439,37 pontos

O dólar encerrou em alta de 0,32%, a R$ 5,2821

Publicado

em

Crédito: Suno

O Ibovespa fechou a sessão desta sexta-feira (17) em baixa de 2,07%, aos 111.439,37 pontos, com volume de R$ 44,6 bilhões.

O dólar, por sua vez, encerrou em alta de 0,32%, R$ 5,2821, com exterior e Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), entre a mínima de R$ 5,2524 e máxima de R$ 5,3474.

Conforme o BTG Pactual, o Ibov foi influenciado pela baixa das commodities, bem como pelo desempenho negativo das bolsas lá fora e aumento de imposto no Brasil.

Em Nova York, o Dow Jones caiu 0,48%, aos 34.582,90 pontos, e o S&P 500 recuou 0,92%, aos 4.432,74. O Nasdaq caiu 0,91%, aos 15.043,97.

Segundo analistas, os mercados europeus seguiram NY de perto e, diante do mau humor de Wall Street, aprofundaram baixas.

Já na Europa, o Stoxx caiu 0,96%, aos 461.48). Em Frankfurt, a bolsa recuou 1,05%. Em Londres, caiu 0,93%. Em Paris, recuou ,79%. Madri subiu 0,40%.

Ibovespa: entre altas e baixas

Confira as 3 maiores altas do Ibovespa de hoje, segundo a Eleven Financial:
📈#VIVT3 +1,45% (R$ 42,11)
📈#MGLU3 +1,22% (R$ 16,57)
📈#NTCO3 +1,14% (R$ 48,10)

Confira as 3 maiores baixas do Ibovespa de hoje:
📉#BIDI11 -7,02% (R$ 60,01)
📉#GGBR4 -6,82% (R$ 24,60)
📉#GOAU4 -5,59% (R$ 11,48)

Crédito: Suno Research

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa mostra que o Brasil registrou na quinta-feira (16) 637 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 589.277 desde o início da pandemia.

Assim, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 582 –acima da marca de 500 pelo terceiro dia seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -7% e aponta tendência de estabilidade pelo segundo dia, após 22 dias seguidos em queda.

Também disse que o número de casos registrados em 24 horas, de 35.128, é o maior em quase um mês, mas isso se deve à inserção de uma só vez de mais de 22 mil casos represados por parte de São Paulo, após ajuste no sistema de notificações.

Continue lendo

Ações, Units e ETF's

CSN (CSNA3): BB Investimentos recomenda Compra com preço-alvo em R$46

Resultados excelentes em cenário favorável

Publicado

em

CSN (CSNA3): BB Investimentos recomenda Compra com preço-alvo em R$46

O BB Investimentos analisou o ativo CSN (CSNA3) em seu portfólio e optou por manter a recomendação de Compra com preço-alvo em R$ 46 por ação.

De acordo com a instituição financeira, o ano de 2021 tem sido bastante positivo para a companhia, que no primeiro semestre apresentou resultados excelentes, aproveitando-se do cenário favorável para os segmentos de siderurgia, mineração e cimentos, com recordes em diversos indicadores.

Também disse que a forte geração de caixa operacional e sua disciplina financeira e de capital levaram a uma redução substancial do seu nível de alavancagem financeira, atingindo antecipadamente suas metas previstas para o final de 2021, que considerávamos ambiciosas quando de sua divulgação.

CSN (CSNA3): BBB Investimentos recomenda Compra com preço-alvo em R$46

CSN

Ainda de acordo com o BB, a empresa deu importantes passos em direção às estratégias de crescimento e geração de valor estabelecidas pelo grupo, tais como a independência dos negócios – com o IPO da CSN Mineração – e a forte expansão no segmento de cimento – com a aquisição da Elizabeth Cimentos e a recém-anunciada aquisição da LafargeHolcim, que robusteceram a tese de investimento para a abertura de capital da CSN Cimentos.

“Apesar do cenário de cautela para mineração, com as fortes quedas de preços de minério de ferro, sobretudo pela desaceleração do ritmo da atividade siderúrgica na China, entendemos que as perspectivas são de bons resultados para a CSN nos próximos trimestres, sustentados pelos preços de aço elevados no mercado interno, bem como demanda aquecida no setor de cimento e margens ainda atrativas na mineração, em função dos baixos custos de produção da empresa frente aos pares internacionais”, destacou.

Veja CSNA3 na Bolsa:

CSN (CSNA3): BBB Investimentos recomenda Compra com preço-alvo em R$46

Continue lendo

MAIS ACESSADAS